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sábado, 9 de abril de 2016

Como acontece o Impeachment?

Fonte: Canal TV Poeira

Nise, o gato e eu.

Os ateliês de pintura e modelagem fizeram com que muitos artistas fossem descobertos entre os “loucos” que eram tratados por ela no Centro Psiquiátrico do Hospital Pedro II, no Rio de Janeiro. No final da década de 1940, grandes exposições de arte apresentaram ao país nomes descobertos nos ateliês, como o do pintor Emygdio de Barros (1895-1986). A pioneira Nise, única mulher em sua turma de 157 formandos da Faculdade de Medicina da Bahia em 1926, foi a grande inspiradora do movimento antimanicomial e da reforma psiquiátrica.
Além das artes, Nise da Silveira também introduziu cães e gatos na vida de seus pacientes, para que se apegassem a eles, criando um elo com o mundo real. “Observei que os resultados terapêuticos das relações afetivas entre o animal e o doente eram excelentes. Mas era difícil que essa idéia tivesse campo para desenvolver-se. No Brasil a aproximação entre doente e animal, infelizmente, ainda não era cultivada. Amigos distantes foram solidários: Boris Levinson, psicanalista americano, comentou por carta: ‘Sem dúvida, para muitos desses doentes, os animais eram a sua única linha de vida para a saúde mental'”, escreveu Nise no livro Gatos, A Emoção de Lidar, dedicado ao último dos seus bichanos, Carlinhos (em homenagem a Carl Jung) e atualmente fora de catálogo. Uma pena.
O economista José Carlos Peliano conta com exclusividade para o blog sobre sua amizade com a psiquiatra alagoana Nise da Silveira (1905-1999), que passou à história por se rebelar contra as “terapias” agressivas que eram utilizadas para “tratar” pessoas com distúrbios mentais: eletrochoques, camisa de força, isolamento. “Isto é tortura”, denunciou Nise, que partiu para abordagens alternativas, como a terapia ocupacional e a arte.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Torcedores do Liverpool protestam contra impeachment de Dilma Rousseff

O jogo entre Liverpool e Borussia Dortmund, válido pelas quartas de final da Liga Europa, não foi marcado apenas pelo retorno de Jurgen Klopp ao estádio Signal Iduna Park, onde comandou o clube alemão durante oito anos.
Durante o jogo, dois torcedores levaram um cartaz vermelho com a foto do ex-jogador Sócrates e os dizeres “sem golpe no Brasil'', protestando contra as articulações que estão sendo feitas para tirar a presidente Dilma Rousseff da presidência.
O jogo entre Liverpool e Borussia Dortmund, válido pelas quartas de final da Liga Europa, não foi marcado apenas pelo retorno de Jurgen Klopp ao estádio Signal Iduna Park, onde comandou o clube alemão durante oito anos.

Mais de 60% dos russos querem reconstituir a URSS

O Centro de Pesquisa da Opinião Pública Russo (VTsIOM) realizou uma enquete e veio a saber que 64% dos russos responderam “sim” à pergunta se é necessário manter a União Soviética como uma federação de repúblicas igualitária em que vão garantir-se os direitos e liberdades do homem de qualquer nacionalidade.

A mesma pergunta foi colocada no referendo de 17 de março de 1991 em que a maioria dos cidadãos também deu uma resposta positiva.

A Folha não diz que site que recebeu da JBS para caluniar Sakamoto é de Kim, seu colunista. Veja

A Folha, hoje, publica matéria dizendo que “documentos produzidos por ordem judicial sugerem que as empresas JBS e 4Buzz promoveram, por meio de anúncio pago no Google, a exposição de um texto difamatório contra o jornalista e ativista Leonardo Sakamoto, da ONG Repórter Brasil e blogueiro do UOL”.

A JBS é a dona da Friboi, aquela que a turma da extrema-direita fica dizendo que “é do Lulinha”, como dizem que o apartamento é do “Lulão”.

Segundo o texto, a história que liga a JBS-Friboi ao ataque ao blogueiro “começou em maio de 2015, quando a página “Leonardo Sakamoto Mente” passou a ser promovida. O link levava o internauta para o texto “Sakamoto recebe mais de R$ 1 milhão para chamar opositores de mercenários, denuncia Luciano Ayan”, abrigado no site FolhaPolítica.org. Sem autoria conhecida nem relação com a Folha, o FolhaPolítica tem 1,1 milhão de seguidores no Facebook. Mescla posts desfavoráveis ao PT com notícias falsas.”
A Folha, hoje, publica matéria dizendo que “documentos produzidos por ordem judicial sugerem que as empresas JBS e 4Buzz promoveram, por meio de anúncio pago no Google, a exposição de um texto difamatório contra o jornalista e ativista Leonardo Sakamoto, da ONG Repórter Brasil e blogueiro do UOL”.

Jovem acusada de mentir sobre assédio em ônibus está sendo ameaçada

Grazi Oliveira conta que está sendo ameaçada por pessoas que querem deslegitimizar seu relato e critica a cultura do estupro, que culpa a vítima e tenta justificar o crime do agressor. A jovem revela que sua postagem não foi deletada, mas suspensa pelo facebook após receber milhares de denúncias
Os últimos dias não têm sido dos mais fáceis na vida de Grazi Oliveira, de 22 anos, estudante de publicidade de Curitiba (PR), que na última terça-feira decidiu postar em seu Facebook um relato chocante sobre o assédio sofrido por ela em um ônibus (relembre aqui).

De acordo com o post de Grazi, o agressor teria gemido e respirado fundo sobre seu ombro, tendo inclusive ejaculado em sua saia. Na publicação, a jovem incluiu a foto com a saia suja.
Em questão de horas, o depoimento de Grazi foi alvo de críticas e ataques nas redes sociais. Seu post, inicialmente compartilhado por milhares de pessoas, foi retirado do ar. A jovem concedeu entrevista ao jornal Extra sobre o episódio. Confira trechos:
“Não apaguei a postagem. O Facebook a suspendeu depois de várias denúncias. Por mim, ele continuaria existindo”, confessa Grazi, mencionando a criação de perfis fakes e páginas criadas especificamente para atacá-la. “Essas continuam no ar. Segundo o Facebook, não violam os termos de uso de imagem. Vai entender…”

Os últimos dias não têm sido dos mais fáceis na vida de Grazi Oliveira, de 22 anos, estudante de publicidade de Curitiba (PR), que na última terça-feira decidiu postar em seu Facebook um relato chocante sobre o assédio sofrido por ela em um ônibus (relembre aqui).

Mídia abafa escândalos da Globo após vazamento dos Panama Papers

Como revelaram reportagens posteriores do “Diário do Centro do Mundo”, “Tijolaço”, “Viomundo”, “Rede Brasil Atual”, “O Cafezinho”, “Revista Fórum”, “Conversa Afiada” e “GGN”, a mansão dos Marinho em Paraty (a Paraty House), o heliponto que fica nessa mansão e o helicóptero que a dinastia usa são ou foram, todos, de propriedade de uma dessas empresas de papel criadas pela Mossack Fonseca. Em 25 de fevereiro e em 02 de março eu e outros deputados já havíamos pedido investigações criminais a respeito ao Ministério da Justiça e à Procuradoria Geral da República.

Mas agora os “Panama Papers” revelam mais.

Oportal holandês trouw.nl e o “Het Financieele Dagblad” (ou “A Tribuna Financeira”), um jornal de alta circulação na Holanda, fizeram uma análise minuciosa dos documentos vazados. No artigo ”Het balletje rolt” (“Bola Rolando”) , o que se retrata é o vazamento de documentos que colocam a Rede Globo no centro de um esquema de fraudes e sonegação de impostos em uma parceria criminosa com instituições ligadas ao futebol como a CONMEBOL e a FIFA e alguns de seus dirigentes, por meio de contratos falsos e garantias de exclusividades em transmissões.

Os contratos, segundo as reportagens, dizem respeito aos jogos da Copa Libertadores, cujos direitos de transmissão foram cedidos pela Conmebol “mediante pagamentos extras”. Os contratos seriam muito enxutos, com objetos excessivamente amplos, e sem cláusulas de exclusividade  - tudo incomum para acordos desse tipo. Isso, aliado aos valores altíssimos, levantam suspeita sobre sua veracidade. O marqueteiro de esporte holandês Frank van den Wall Bake, um dos entrevistados, é categórico: “todos os contratos que envolvem esses atores são falsos”. O artigo ainda cita diversas empresas holandesas envolvidas nos esquemas. Dentre elas, duas com nome T&TSM. Uma, com sede nas Ilhas Caymann, responsável por negociar os direitos de transmissão no continente à Rede Globo, outra, com sede na Holanda, que recebeu todos os repasses.
Veio à tona um novo escândalo de corrupção global. O que a mídia brasileira esconde é que a Globo está envolvida nele
Fraudes, evasão de divisas, sonegação de impostos, superfaturamento, trafico de influência.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Gravuras eróticas: a arte lasciva

Os séculos XVIII e XIX nos remetem à ideia de puritanismo, moralismo, regras sociais rígidas. Quando estudamos mais detalhadamente o período, percebemos que a sociedade não era tão casta assim. “O laço entre a hipocrisia das convenções, próprias às camadas ricas e a tensão erótica que elas contribuem a reforçar, fornecerá o tema essencial para a libertinagem. Inspirada pela máscara da boa educação, esta retórica exprimia os constrangimentos de uma sociedade galante que matava o amor, ao transformá-lo em vício. Falar de sexo tornou-se uma compensação agradável para o vazio espiritual de uma elite”, conta Mary del Priore, em História do Amor no Brasil.
         Na segunda metade do século XIX, não faltaram os chamados “romances para homens”. Na forma de brochuras com inúmeras gravuras e estampas, os textos eram muito apreciados. “Escritos escandalosos marcavam a maneira das elites protestarem contra o puritanismo oficial. Afinal, em numerosas regiões do Ocidente moderno, as autoridades religiosas já tinham tido sucesso em transformar o sexo em ato abjeto e qualquer distração sensual, em tentação diabólica. É preciso, contudo, desconfiar da liberação idealizada cantada nos textos eróticos ou pornográficos. Expressão de necessidades não satisfeitas, esta literatura mais representa um contraponto à progressiva imposição da repressão sexual. Repressão que atingiu”, destaca Mary.
Os séculos XVIII e XIX nos remetem à ideia de puritanismo, moralismo, regras sociais rígidas. Quando estudamos mais detalhadamente o período, percebemos que a sociedade não era tão casta assim.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Em defesa de Wagner Moura e de Letícia Sabatella


Wagner Moura e Letícia Sabatella estão sofrendo uma verdadeira caça às bruxas nas redes sociais. Insultos, acusações absurdas e macartismo, tudo isso por terem se manifestado contra o golpe e a favor da democracia, ainda que nenhum deles seja petista ou governista
O ator Wagner Moura e a atriz Letícia Sabatella – talentosíssimos e queridos amigos – estão sofrendo uma verdadeira caça às bruxas nas redes sociais, que inclui ataques de trolls no perfil da Letícia (que chegou a ser suspenso), insultos, acusações absurdas e macartismo, tudo isso por terem se manifestado contra o golpe e a favor da democracia, ainda que nenhum deles seja petista ou governista (e mesmo que fossem isso não justificaria os ataques).
A caça às bruxas contra os artistas (que começa sempre com a velha acusação de “comunismo”) foi uma característica comum de todas as ditaduras.
Em toda a América Latina houve, nas décadas tenebrosas de 1960 e 1970, listas negras de artistas proibidos, censurados e perseguidos. Semanas atrás, confirmando aquela velha afirmação de Marx de que a história sempre se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa, o colunista fascistinha e indigente intelectual Rodriguinho Pateta publicou sua lista negra pessoal na internet e a claque de ignorantes que o segue começou o ataque contra os talentosos músicos, atores, diretores, poetas e escritores mencionados nela, com especial ênfase, nos últimos dias, contra Wagner e Letícia.
O ator Wagner Moura e a atriz Letícia Sabatella – talentosíssimos e queridos amigos – estão sofrendo uma verdadeira caça às bruxas nas redes sociais, que inclui ataques de trolls no perfil da Letícia (que chegou a ser suspenso), insultos, acusações absurdas e macartismo, tudo isso por terem se manifestado contra o golpe e a favor da democracia, ainda que nenhum deles seja petista ou governista (e mesmo que fossem isso não justificaria os ataques).

Fudeu!!! Olha a cobra!!!


Professora humilha universitária que levou filha para a sala de aula


Professora da UFRGS assedia aluna que levou filha para a sala de aula. Durante festival de grosserias, sobrou até para a criança


Na visão de especialistas, documentos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Constituição resguardam os direitos de mães e filhos, se sobrepondo a regras ocasionais criadas pelas instituições de ensino.
Nina é uma entre milhares de mães que lutam pelo direito de continuar estudando e lutando pelo futuro de seus filhos. No seu relato no Facebook, ela criticou o fato de a mulher mãe ser excluída de qualquer oportunidade na sociedade:
“A maternidade e o quanto ela causa a exclusão da mulher no mercado de trabalho, na escola e na universidade é uma pauta que grita por visibilidade dentro dos movimentos sociais. Eu vou perder a cadeira, não tem condições de seguir assistindo aula com uma pessoa dessas. O que alguém assim pode me ensinar? Entrei grávida na universidade e estou 4 semestres atrasada do meu tempo de ter me formado, porque sou mãe e preciso trabalhar nos horários que a UFRGS disponibiliza as aulas. O questionamento que quero deixar com esse breve relato é: Quantas mães não assistiram aula por causa dos seus filhos hoje? Quantas mães não conseguiram emprego por causa dos seus filhos hoje? E quantas mais serão excluídas por serem mães amanhã?”
Nina Bitencourt mora em Porto Alegre e é estudante de Letras, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

terça-feira, 5 de abril de 2016

Autora do pedido de impeachment de Dilma aparece 'possuída' em vídeo

Em vídeo assustador, autora do processo de impeachment aparece completamente fora de si, cheia de ódio e dá show de falta de argumentos. O que mais impressiona é que Janaína Paschoal está sendo reverenciada na Câmara dos Deputados por parlamentares que a têm como referência e ferramenta para dar um golpe de Estado no Brasil
A advogada Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, perdeu o controle ontem (4) à noite, em São Paulo, durante pregação no Largo São Francisco.