Descoberta foi publicada na revista científica Nature Immunology
Um grupo de investigadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, encontrou um novo tipo da "Célula T" - responsável pela defesa do organismo contra ameaças desconhecidas, como vírus e bactérias - que poderá atacar e destruir a grande maioria dos tipos de câncer.
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Os testes de uma potencial nova barreira contra o HIV
Anticorpos são proteínas produzidas pelas células brancas do organismo. Elas atuam na defesa contra toxinas, vírus e bactérias ao se ligar à sua superfície.
domingo, 7 de maio de 2017
Cientistas eliminam HIV do organismo de animais vivos pela primeira vez
Trata-se de uma inédita demonstração de que o tipo HIV-1 pode ser removido de células infectadas usando uma técnica de edição de DNA
Em um experimento feito pelos cientistas da Lewis Katz School of Medicine, em parceria com a Universidade de Pittsburgh, o vírus do HIV — causador da AIDS — foi inteiramente eliminado do organismo de camundongos que haviam sido infectados com células humanas.
quarta-feira, 9 de março de 2016
A definição perfeita para a 'ansiedade'
Ao relatar sua experiência com a ansiedade, homem consegue captar perfeitamente bem o sofrimento sentido por muitas pessoas que enfrentam essa doença regularmente
"É o medo indescritível do nada“.
Alguns sabem bem o que é isso.
O Humans of New York (“Humanos de Nova York”), indiscutivelmente o lugar mais agradável na internet, compartilhou o perfil de um homem que falou sobre a sua experiência com a ansiedade.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Após um ano de epidemia de ebola, ONG critica ‘fracasso global’ em conter surto
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Anvisa simplifica processo de importação de canabidiol por pessoas físicas
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) simplificou hoje (18) os trâmites necessários para importação de produtos à base de canabidiol, beneficiando pessoas físicas e o uso próprio. A partir de agora, a documentação apresentada pelos interessados na importação terá validade de um ano, sendo necessária apenas a apresentação da receita médica a cada novo pedido de importação.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
“Dirigindo Chevette e namorando Creissom”: a campanha contra os médicos de família no Brasil
“Ao ouvir as histórias dos amigos, você ficava triste: os dermatologistas, todos bem de vida (…); o pessoal da cirurgia plástica chegando de carro importado e você caladinha, envergonhada de estar em um fim de mundo, dirigindo seu Chevette hatch, ano 87, com três calotas, e namorando Creisom, motorista da ambulância do seu município…”.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Cubanos fazem sucesso no sertão nordestino
Como diz o ditado, os cães passam…
Essa reportagem do Diário do Nordeste, importante jornal do Ceará, indicada pelo leitor Cícero, está realmente muito boa. Faz exatamente aquilo que se espera de uma imprensa honesta e imparcial. Em vez de se ater às declarações coxínicas dos corporativistas, os repórteres viajaram para onde os médicos cubanos já iniciaram seus trabalhos. E detectaram uma grande aprovação popular ao trabalho deles.
Trecho da matéria:
O agricultor Benevides Vieira fez a primeira consulta com queixa de dor de cabeça e incômodo na garganta. “Gostei muito e entendi tudo”, disse. “Agora ficou bem melhor porque antes a gente tinha que ir para Quixelô, atrás de um médico”.
No início da tarde desta quinta-feira, Ivan Rodriguez fez duas visitas domiciliares. É a quinta em apenas uma semana. “Aqui na comunidade nunca trabalhou um médico e imagina vir um aqui na minha casa. Meu Deus, isso é muito bom, nunca imaginei que isso pudesse acontecer”, disse a aposentada, Francisca Moreira de Carvalho que foi consultado no alpendre de casa. Diariamente, os médicos cubanos percorrem centenas de quilômetros entre a sede do município e a UBS. Chegam por volta das 9 horas e só saem às 17 horas. Não há limite de consultas. “Nós cubanos somos prestativos e viemos aqui para trabalhar, para atender as pessoas pobres, que necessitam dos nossos serviços”, disse Ivan Rodriguez.
Fonte: O Tijolaço
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Contra o "Mais Médicos", Folha da OBAN recorre ao nazismo Médicos, os judeus do PT. A boçalidade não tem limite
Depois da tese da escravidão, a nova teoria que desponta nas páginas da Folha foi levantada pelo "filósofo" Luiz Felipe Pondé, mais um expoente da nova direita; segundo ele, assim como os judeus foram o bode expiatório dos nazistas, os médicos ocupam esse papel no governo petista; seu artigo é um amontoado de preconceito e desinformação, mas, segundo sua lógica, o ministro Alexandre Padilha deve ser uma espécie de Hitler dos trópicos.
Brasil 247 - Até agora, o ataque em massa da elite brasileira ao programa Mais Médicos tem-se mostrado um retumbante fracasso. Começou com a ação organizada de colunistas da velha mídia, como Eliane Cantanhêde, Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes, à vinda de "escravos cubanos". Mas a reação selvagem de um grupo de médicos cearenses no desembarque de profissionais de Cuba – classificada como "abominável" pelo ex-presidente Lula – colocou esse grupo na defensiva. Além disso, a população aprova o programa e o Mais Médicos é hoje o principal fator de recuperação da popularidade da presidente Dilma Rousseff.
O tiro da direita se voltou contra os próprios conservadores, mas a oposição ao Mais Médicos ainda não recolheu sua artilharia. Nesta segunda-feira, a Folha publica um artigo que talvez entre para a história como uma das peças mais infames já impressas nas rotativas do grupo editorial da família Frias. O "filósofo" Luiz Felipe Pondé afirma que os médicos são "os judeus do PT". Estariam sofrendo campanha difamatória e sendo transformados em bodes expiatórios – assim como Hitler fez na Alemanha nazista.
Na verdade, o que o governo ofereceu aos médicos brasileiros foi uma bolsa de R$ 10 mil por mês a quem se dispusesse em trabalhar em regiões remotas, que, hoje, não têm profissionais de saúde. Como, em 701 municípios, não há nenhum médico interessado, foi necessário dar início a esta fase do Mais Médicos com profissionais estrangeiros.
Pela lógica de Pondé, os rincões e as periferias do Brasil são campos de concentração. E o ministro Alexandre Padilha, da Saúde, deve ser uma espécie de Hitler dos trópicos. Seu artigo é um amontoado de desinformação e preconceito. E chega às raias da boçalidade.
Fonte: Blog O Esquerdopata
terça-feira, 9 de julho de 2013
CURSO DE MEDICINA TERÁ OITO ANOS DE DURAÇÃO / 6 + 2 ANOS DE "SUS" OBRIGATÓRIO
CONTINUAMOS COM O MAIOR DOS PROBLEMAS SEM SER ENFRENTADO - UM PLANO DE CARREIRA PARA OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O FIM DA TERCEIRIZAÇÃO. A SAÚDE PÚBLICA TEM DE SER PÚBLICA E O REGIME DE CONTRATAÇÃO TEM DE SER ESTATUTÁRIO. REMUNERAR BEM, DAR CONDIÇÕES DE TRABALHO, ESTIMULAR A CARREIRA PÚBLICA E COBRAR COM RIGOR O CUMPRIMENTO DO CONTRATO DE TRABALHO. SEM ISSO, CONTINUAREMOS COM OS GRAVES PROBLEMAS QUE TEMOS.
Não dá ainda para avaliar com precisão e clareza o que o governo propõe no chamado PROGRAMA MAIS MÉDICO. De bom, a valorização da preceptoria, de ruim, medidas que parece não foram devidamente debatidas junto aos órgãos de classe. A bancada da saúde no Congresso, que de saúde só tem o nome, pois na maioria das vezes defende interesses privados e não públicos, pode significar uma pedra na aprovação de tais mudanças. Como será o financiamento desses dois anos extras do aluno ligado às Universidades públicas e particulares ? O custo será altíssimo. Pode ocorrer uma sobreposição de serviço SUS obrigatório com a Residência Médica. Os R1 e R2 já atuam em postos de saúde e emergências.
Os alunos que ingressarem nos cursos de medicina a partir de 2015 terão que atuar dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para receber o diploma. A medida é válida para faculdades públicas e privadas e faz parte do Programa Mais Médicos, anunciado hoje (8) pelo governo federal. Com isso, o curso passará de 6 anos para 8 anos de duração.
Os estudantes irão trabalhar na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública. Eles vão receber uma remuneração do governo federal e terão uma autorização temporária para exercer a medicina, além de continuarem vinculados às universidades. Os profissionais que atuarem na orientação desses médicos também receberão um complemento salarial. Os últimos dois anos do curso, de atuação no SUS, poderão contar para residência médica ou como pós-graduação, caso o médico escolha se especializar em uma área de atenção básica.
Com a mudança nos currículos, a estimativa é a entrada de 20,5 mil médicos na atenção básica. "Esse aumento será sentido a partir de 2022, quando os médicos estarão formados", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
De acordo com os ministérios da Educação e Saúde, as instituições de ensino terão que acompanhar e supervisionar o aluno. Após o estudante ser aprovado no estágio no SUS, a autorização temporária de exercício será convertida em inscrição no Conselho Regional de Medicina. Por haver recursos federais no programa, os alunos das escolas particulares deverão ficar isentos do pagamento de mensalidade. Esse trabalho na rede pública não acaba com o internato, no quinto e no sexto anos do curso.
Até 2017, a oferta de vagas nos cursos de Medicina terá um aumento superior a 10%. Com o programa Mais Médicos, serão abertas 3.615 vagas nas universidades públicas e, entre as particulares, devem ser criadas 7.832 novas matrículas.
O aumento deve ser sentido este ano, com a abertura de 1.452 vagas. Em 2014, serão 5.435, anunciou Mercadante. De acordo com o ministro, haverá uma descentralização dos cursos que serão instalados em mais municípios. A residência médica terá de acompanhar o ritmo de vagas abertas na graduação.
"Não basta abrir curso de medicina para fixar um médico em uma região que temos interesse para ter. É preciso residência médica, que é um fator decisivo para a fixação, além de políticas na área de saúde. Estados que têm oferta de residência médica, tem uma concentração grande de médicos, como Rio de Janeiro e São Paulo", disse o ministro.
Segundo ele, haverá uma melhor distribuição dos cursos pelo país. Atualmente, 57 municípios oferecem cursos de medicina. Com o novo programa, mais 60 passarão a ofertar, totalizando 117 municípios no país. Isso acarretará, para as universidades federais, a contratação de 3.154 professores e 1.882 técnicos-administrativos.
Nas particulares, segundo Mercadante, não haverá mais a "política de balcão", em que os institutos apresentam as propostas para a abertura de cursos. Agora, a oferta de cursos de medicina será definida por meio de editais públicos, de acordo com a necessidade do país. "Vamos verificar as áreas que têm condições e necessidade de ofertar vaga e lá ofertaremos".
Fonte texto: Blog 007BondBlog
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