Alvo de polêmicas desde seu lançamento, o programa Mais Médicos completa três anos nesta sexta-feira (8) e, apesar da avaliação positiva da população beneficiada e de órgãos internacionais, ainda sofre ataques e pode ser descaracterizado pelas mudanças propostas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) ao Ministério da Saúde.
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quarta-feira, 6 de julho de 2016
Mais Médicos completa três anos ainda sob ataque
Programa pode ser descaracterizado pelas mudanças propostas pelo Conselho Federal de Medicina ao Ministério da Saúde
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
“Dirigindo Chevette e namorando Creissom”: a campanha contra os médicos de família no Brasil
“Ao ouvir as histórias dos amigos, você ficava triste: os dermatologistas, todos bem de vida (…); o pessoal da cirurgia plástica chegando de carro importado e você caladinha, envergonhada de estar em um fim de mundo, dirigindo seu Chevette hatch, ano 87, com três calotas, e namorando Creisom, motorista da ambulância do seu município…”.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Brasileiro de 126 anos pode ser o homem mais velho do mundo
quinta-feira, 6 de março de 2014
Mais Médicos, mais atendimento e mais saúde
O Mais Médicos encerra seu quarto ciclo de seleção com a participação de mais 5.479 profissionais e previsão de chegar ao mês de abril com mais de 14,9 mil médicos atuando
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
A hipocrisia e o silêncio dos críticos do Mais Médicos
Por onde andavam os críticos do Mais Médicos quando dois profissionais brasileiros trocaram socos durante um parto? Por que, com a mesma virulência com que atacam o programa, não se indignam com os colegas que faltam ao plantão?
Semana passada, fazendo uma “limpa” no computador encontrei esta pérola de 2010: “Briga em parto: médicos podem ser indiciados por aborto em MS”. Na ocasião, 25 de fevereiro de 2010, estarrecido, li que na cidade de Ivinhema (MS) dois médicos brigaram na sala de parto. Na sala, estava uma parturiente para dar à luz. Os dois, em vez de fazer o parto, começaram a
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Cubanos fazem sucesso no sertão nordestino
Como diz o ditado, os cães passam…
Essa reportagem do Diário do Nordeste, importante jornal do Ceará, indicada pelo leitor Cícero, está realmente muito boa. Faz exatamente aquilo que se espera de uma imprensa honesta e imparcial. Em vez de se ater às declarações coxínicas dos corporativistas, os repórteres viajaram para onde os médicos cubanos já iniciaram seus trabalhos. E detectaram uma grande aprovação popular ao trabalho deles.
Trecho da matéria:
O agricultor Benevides Vieira fez a primeira consulta com queixa de dor de cabeça e incômodo na garganta. “Gostei muito e entendi tudo”, disse. “Agora ficou bem melhor porque antes a gente tinha que ir para Quixelô, atrás de um médico”.
No início da tarde desta quinta-feira, Ivan Rodriguez fez duas visitas domiciliares. É a quinta em apenas uma semana. “Aqui na comunidade nunca trabalhou um médico e imagina vir um aqui na minha casa. Meu Deus, isso é muito bom, nunca imaginei que isso pudesse acontecer”, disse a aposentada, Francisca Moreira de Carvalho que foi consultado no alpendre de casa. Diariamente, os médicos cubanos percorrem centenas de quilômetros entre a sede do município e a UBS. Chegam por volta das 9 horas e só saem às 17 horas. Não há limite de consultas. “Nós cubanos somos prestativos e viemos aqui para trabalhar, para atender as pessoas pobres, que necessitam dos nossos serviços”, disse Ivan Rodriguez.
Fonte: O Tijolaço
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![Mas, 65 dias depois de ser promulgada, a MP ainda está sendo avaliada por uma Comissão Mista no Senado, onde 28 emendas ao texto original foram propostas. Na avaliação do professor da Universidade Federal da Paraíba e um dos supervisores do programa Felipe Proença, algumas dessas emendas são capazes de descaracterizar o programa, que, além do atendimento emergencial, prevê a estruturação de atendimento e a criação de novos parâmetros para a formação médica.
“Tem um projeto que foi aprovado na Comissão de Seguridade Social que volta à lógica antiga de criação de cursos de Medicina, em que deputados ou os prefeitos acham que têm que abrir o curso lá, independentemente da necessidade social, se o local tem condições, ou se já existem muitos médicos [na região]. O projeto de lei retira toda a regulamentação que o Mais Médicos fez em relação aos cursos de Medicina e modifica o formato de acesso à residência médica, acabando com a necessidade da área de Medicina de Família, que é área de maior necessidade no Sistema Único de Saúde. Então acho que essa é a primeira grande ameaça que já vinha sendo articulada pelo Congresso desde o ano passado”, pondera.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIxhA3URa5X3Xjgl-NuTTi-5Qih6Wq-K4VImEC4Bu9gqN_rPaNLr0TxJh4l6TgLPBe6min3Z9TOPlmOPiCGSIbOKlK3xEwazyegvj00rZNE1m8MF1u3f1WyW8su06ob3RG3YMkRYtYccU/s640/voz.jpg)


