Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador HIV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HIV. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de julho de 2020

Tratamento brasileiro elimina há 17 meses o vírus HIV em paciente

Um estudo brasileiro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz, conseguiu eliminar o vírus HIV de um paciente que vivia com o vírus há sete anos.


O estudo foi feito unicamente com pessoas que estavam com o vírus indetectável — ou seja pessoas que têm a carga viral baixa e não transmitem a doença, por mais que vivam com o vírus. O intuito era "acelerar" o que o tratamento já estaria fazendo por estas pessoas (diminuir a quantidade de células infectadas). Foram recrutadas pessoas que iniciaram o tratamento com infecção pelo HIV relativamente recente e pacientes em tratamento com carga viral indetectável há mais de 2 anos. O estudo iniciou-se em 2013.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Os testes de uma potencial nova barreira contra o HIV

Anticorpos são proteínas produzidas pelas células brancas do organismo. Elas atuam na defesa contra toxinas, vírus e bactérias ao se ligar à sua superfície.
Quando se ligam às bactérias e vírus, os anticorpos podem impedir seu movimento através das paredes das células e barrar sua atuação e propagação. Um grande número de anticorpos também pode se ligar a um invasor e sinalizar que o corpo precisa se livrar dele.
Anticorpos são proteínas produzidas pelas células brancas do organismo. Elas atuam na defesa contra toxinas, vírus e bactérias ao se ligar à sua superfície.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

CNBB lança campanha estimulando a população a fazer o teste de HIV

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (27) campanha para estimular as pessoas a fazerem o teste de HIV/aids. Cuide bem de você e de todos os que você ama é o tema da campanha, que terá material divulgado nas 8 mil paróquias de todo o Brasil a partir do próximo final de semana, e também na TV e nas rádios. O teste está disponível na rede pública de saúde; é gratuito, seguro e sigiloso.No lançamento da campanha, em Brasília, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou que mais de 100 mil pessoas têm o vírus HIV, mas não sabem, enquanto 720 mil têm o diagnóstico do vírus e cerca de 350 mil desenvolveram a aids. A incidência da doença entre os jovens está aumentando. O agravamento do número de casos não é só no Brasil, acontece também na Europa e nos Estados Unidos.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (27) campanha para estimular as pessoas a fazerem o teste de HIV/aids. Cuide bem de você e de todos os que você ama é o tema da campanha, que terá material divulgado nas 8 mil paróquias de todo o Brasil a partir do próximo final de semana, e também na TV e nas rádios.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Com apoio da OIT, Correios lançam campanha contra a AIDS

BRASÍLIA (Notícias da OIT) - Foi lançada nesta terça-feira (30) a campanha “Correios contra a AIDS”, parte de uma ação mundial de prevenção à doença. No Brasil, o foco desta fase da campanha são 150 agências dos Correios do Rio Grande do Sul, Amazonas e Bahia. Elas terão material informativo disponível para a população. Além disso, 117 mil trabalhadores dos Correios serão capacitados para fornecerem informações sobre a iniciativa, atuando como multiplicadores. O curso foi elaborado em parceria entre a Universidade Corporativa dos Correios, Ministério da Saúde, UNAIDS e OIT, e é oferecido na modalidade educação a distância. O Escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil foi representado por Ana Lúcia Monteiro, ponto focal para HIV/Aids. Ela ressaltou que a participação da OIT nesta iniciativa está baseada nos princípios da Recomendação 200, que promove a igualdade de oportunidades para pessoas que vivem com o HIV em relação ao acesso e permanência no emprego, além do combate à discriminação. A Recomendação reforça o compromisso da OIT contra a discriminação no mundo do trabalho e, além disso, mostra o empenho da Organização na promoção dos direitos humanos e dos direitos no trabalho. O tema, segundo Ana Lúcia Monteiro, também está inserido na promoção do Trabalho Decente no eixo que trata da igualdade de oportunidades e da não-discriminação, tendo como diretriz maior o direito ao trabalho para todas as pessoas, independente de sua condição sorológica.   O vice-presidente de Gestão de Pessoas dos Correios, Larry Almeida, destacou o papel da ECT como agente de implementação das políticas públicas. “Graças à capilaridade da empresa, a disseminação das informações é ampliada e, tendo as agências como pontos de apoio, contribuímos fortemente para a educação de toda a população brasileira”, afirmou. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, ressaltou a relevância da iniciativa. “A credibilidade e a capilaridade dos Correios ajudam na disseminação dessas informações. A campanha também trabalha a ampliação do conhecimento sobre as doenças sexualmente transmissíveis.” A ação é promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o Ministério da Saúde, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a União Postal Universal (UPU), o Sindicato Global dos Trabalhadores Postais (UNI Global Union) e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT). Dados do Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, a prevalência do HIV está em torno de 0,4% a 0,5% da população, índice considerado baixo na escala mundial. O país registra uma espécie de “epidemia concentrada” de HIV/Aids, uma vez que jovens gays, travestis e profissionais do sexo, por exemplo, chegam a registrar uma prevalência de até 10%.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte Texto: Portal OIT

segunda-feira, 4 de março de 2013

Cientistas anunciam primeiro caso de cura funcional da Aids


Crianças infectadas com o HIV em um orfanato de San Martin, El Salvador, em novembro de 2007. Foto: Jose Cabezas / AFP
Crianças infectadas com o HIV em um orfanato de San Martin, El Salvador, em novembro de 2007. Foto: Jose Cabezas / AFP
Uma equipe de virologistas dos Estados Unidos anunciou neste domingo 3 o primeiro caso de cura funcional da Aids, envolvendo um menino que nasceu com o HIV transmitido pela mãe. Não se trata de uma erradicação do vírus, mas sua presença é tão débil que o sistema imunológico do organismo está em condições de controlá-lo sem qualquer tratamento antirretroviral, explicaram os pesquisadores.
A única cura total da Aids oficialmente reconhecida ocorreu com o americano Timothy Brown, conhecido como o “paciente de Berlim”, declarado livre do HIV após realizar um transplante de médula óssea de um doador que apresentava uma mutação genética rara que impede o vírus de penetrar na células. O transplante visava salvar Brown de uma leucemia.
O menino em questão, que mantém o HIV sob controle, recebeu antirretrovirais menos de 30 horas após seu nascimento. Durante a gestação, a mãe não foi tratada contra a Aids.
O tratamento precoce explica sua cura funcional, ao bloquear a formação de reservas de vírus dificilmente tratáveis, assinalaram os pesquisadores na 20ª Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI), realizada neste final de semana em Atlanta, Geórgia. Essas células contaminadas “adormecidas” relançam a infecção na maior parte das pessoas soropositivas semanas após a suspensão do tratamento com anti-retrovirais.
“A realização de uma terapia antirretroviral muito cedo nos recém-nascidos pode permitir uma longa remissão sem antirretrovirais, ao impedir a formação destas reservas virais ocultas”, destaca a doutora Deborah Persaud, do Centro de Crianças do Hospital Universitário Johns Hopkins de Baltimore (Maryland), principal autora do estudo. Isto foi o que aconteceu com a criança, segundo a especialista.
As análises mostraram uma redução progressiva da presença viral no sangue dos recém-nascidos, até o vírus se fazer indetectável no 29º dia de tratamento. O menino foi tratado com antirretrovirais até seus 18 meses de idade, quando o tratamento foi suspenso. Dez meses depois, os exames não detectaram qualquer presença do HIV no sangue. Os exames realizados posteriormente não revelaram a presença do HIV no sangue do menino.
O desaparecimento do HIV sem tratamento permanente é algo extremamente raro, e observado apenas em 0,5% dos adultos infectados, cujo sistema imunológico impede a reprodução do vírus e o converte em clinicamente indetectável. Os especialistas afirmam que o caso pode mudar a atual prática médica, ao revelar o potencial de um tratamento antirretroviral muito cedo, após o nascimento de crianças com altos riscos potenciais. O primeiro objetivo é, destacam, impedir a transmissão do vírus da mãe para o filho.
Os tratamentos antirretrovirais em mães portadoras do HIV durante a gestação permitem atualmente alcançar este objetivo em 98% dos casos, destacam os especialistas. O estudo foi financiado pelos institutos nacionais de saúde e pela Fundação Americana para a Pesquisa da Aids.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: A Carta Capital