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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Em defesa de Wagner Moura e de Letícia Sabatella


Wagner Moura e Letícia Sabatella estão sofrendo uma verdadeira caça às bruxas nas redes sociais. Insultos, acusações absurdas e macartismo, tudo isso por terem se manifestado contra o golpe e a favor da democracia, ainda que nenhum deles seja petista ou governista
O ator Wagner Moura e a atriz Letícia Sabatella – talentosíssimos e queridos amigos – estão sofrendo uma verdadeira caça às bruxas nas redes sociais, que inclui ataques de trolls no perfil da Letícia (que chegou a ser suspenso), insultos, acusações absurdas e macartismo, tudo isso por terem se manifestado contra o golpe e a favor da democracia, ainda que nenhum deles seja petista ou governista (e mesmo que fossem isso não justificaria os ataques).
A caça às bruxas contra os artistas (que começa sempre com a velha acusação de “comunismo”) foi uma característica comum de todas as ditaduras.
Em toda a América Latina houve, nas décadas tenebrosas de 1960 e 1970, listas negras de artistas proibidos, censurados e perseguidos. Semanas atrás, confirmando aquela velha afirmação de Marx de que a história sempre se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa, o colunista fascistinha e indigente intelectual Rodriguinho Pateta publicou sua lista negra pessoal na internet e a claque de ignorantes que o segue começou o ataque contra os talentosos músicos, atores, diretores, poetas e escritores mencionados nela, com especial ênfase, nos últimos dias, contra Wagner e Letícia.
O ator Wagner Moura e a atriz Letícia Sabatella – talentosíssimos e queridos amigos – estão sofrendo uma verdadeira caça às bruxas nas redes sociais, que inclui ataques de trolls no perfil da Letícia (que chegou a ser suspenso), insultos, acusações absurdas e macartismo, tudo isso por terem se manifestado contra o golpe e a favor da democracia, ainda que nenhum deles seja petista ou governista (e mesmo que fossem isso não justificaria os ataques).

Fudeu!!! Olha a cobra!!!


Professora humilha universitária que levou filha para a sala de aula


Professora da UFRGS assedia aluna que levou filha para a sala de aula. Durante festival de grosserias, sobrou até para a criança


Na visão de especialistas, documentos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Constituição resguardam os direitos de mães e filhos, se sobrepondo a regras ocasionais criadas pelas instituições de ensino.
Nina é uma entre milhares de mães que lutam pelo direito de continuar estudando e lutando pelo futuro de seus filhos. No seu relato no Facebook, ela criticou o fato de a mulher mãe ser excluída de qualquer oportunidade na sociedade:
“A maternidade e o quanto ela causa a exclusão da mulher no mercado de trabalho, na escola e na universidade é uma pauta que grita por visibilidade dentro dos movimentos sociais. Eu vou perder a cadeira, não tem condições de seguir assistindo aula com uma pessoa dessas. O que alguém assim pode me ensinar? Entrei grávida na universidade e estou 4 semestres atrasada do meu tempo de ter me formado, porque sou mãe e preciso trabalhar nos horários que a UFRGS disponibiliza as aulas. O questionamento que quero deixar com esse breve relato é: Quantas mães não assistiram aula por causa dos seus filhos hoje? Quantas mães não conseguiram emprego por causa dos seus filhos hoje? E quantas mais serão excluídas por serem mães amanhã?”
Nina Bitencourt mora em Porto Alegre e é estudante de Letras, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

terça-feira, 5 de abril de 2016

Autora do pedido de impeachment de Dilma aparece 'possuída' em vídeo

Em vídeo assustador, autora do processo de impeachment aparece completamente fora de si, cheia de ódio e dá show de falta de argumentos. O que mais impressiona é que Janaína Paschoal está sendo reverenciada na Câmara dos Deputados por parlamentares que a têm como referência e ferramenta para dar um golpe de Estado no Brasil
A advogada Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, perdeu o controle ontem (4) à noite, em São Paulo, durante pregação no Largo São Francisco.

sábado, 2 de abril de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos...Belo Horizonte e seus Sons

Veja o vídeo em

Doria ataca Matarazzo em grupo tucano de whatsapp

O escolhido candidato a prefeitura de São Paulo pelo PSDB, João Doria, intensificou os ataques internos, partindo para ofensas por whatsapp a Andrea Matarazzo. O vereador tentou participar das eleições internas tucanas, mas acabou abandonando a disputa pelo nome do PSDB à prefeitura, e migrou para o PSD.
 
A troca de ofensas ocorreu entre João Doria, o ex-prefeito de Sorocaba, Antonio calos Pannunzio, e o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, em um grupo do whatsapp, nesta quarta-feira (31), pela manhã. A informação é do Painel da Folha. Leia os diálogos:
João Doria:
O escolhido candidato a prefeitura de São Paulo pelo PSDB, João Doria, intensificou os ataques internos, partindo para ofensas por whatsapp a Andrea Matarazzo. O vereador tentou participar das eleições internas tucanas, mas acabou abandonando a disputa pelo nome do PSDB à prefeitura, e migrou para o PSD.

Alguma coisa está fora da ordem. A política nasceu

Em 2016 as mesmas forças políticas e o mesmo empresariado (os do pato de borracha à frente), com os oligopolizados meios de comunicação tentam reeditar o ataque à democracia. Não podem, contudo, contar com as Forças Armadas e com a hierarquia católica. Socorrem-se em alguns setores de classe-média tangidos pela imprensa, aproveitam-se que beócios dirigem a OAB e ressuscitam o ideário liberal (liberdade imprensa, de expressão, de manifestação) para atacar os direitos políticos, que implica respeito aos mandatos, e os direitos sociais. Seu objetivo é a precarização dos direitos trabalhistas e a redução dos custos com salários e vencimentos.
As mesmas forças políticas que promoveram o Golpe em 1964 se rearticulam agora para atacar a Democracia.
Naquela oportunidade a imprensa criou artificialmente um clima de "algo tem que ser feito para acabar com isso tudo que está aí".

Ocupação: o sonho da casa própria do excluído

Entre a chamada “nova classe média”, ou classe C, o desejo é ainda maior: 57,6%. Entre as classes D e E, o percentual, por incrível que pareça, cai para 27,2%. Por que será? Ora, porque para quem é pobre no Brasil ter uma casa própria é um sonho praticamente impossível. Como é que uma pessoa que não tem nem o que comer direito pode sonhar em COMPRAR uma casa para morar?
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios) de 2013, 17,9% dos domicílios brasileiros são imóveis alugados, enquanto 7,4% são imóveis “cedidos” ou, como se diz, ocupados por pessoas que vivem “de favor”. Só em São Paulo existem, de acordo com o último censo da prefeitura, cerca de 16 mil pessoas morando nas ruas. Fica difícil acreditar que pessoas sob estas condições consigam ter algum sonho de consumo e muito menos que este sonho seja adquirir uma casa própria. A direita dirá que lhes faltou “esforço” para tal, embora na maioria dos casos sejam pessoas excluídas há várias gerações.
A Organização das Nações Unidas apresentou em março um relatório que afirma que o número de pessoas sem-teto está aumentando no mundo inteiro, em vários países, independentemente do grau do desenvolvimento ou da economia. “O aumento do número de sem-teto é evidência da falha dos Estados em proteger e garantir os direitos humanos das populações mais vulneráveis”, disse Leilani Farha, relatora especial da ONU para o direito à moradia.
Uma pesquisa do instituto Data Popular divulgada em 2012 constatou que 19,2 milhões de brasileiros das classes C e D sonham em ter uma casa própria.

Fudeu!!! Delação (Porta dos Fundos)

Fonte: Canal Porta dos Fundos

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos... A tribo do rock

O que restou de subversão e de rebeldia num big business como esse?Elvis e sua geração já eram capazes de gerar frenesi nos salões, fossem recintos de high school, espaços tradicionais como o Madison Square Garden ou shows de tevê coast to coast, como o de Eddie Sullivan. Os Beatles formataram a histeria descabelada (embora o empresário Brian Epstein tenha pago carpideiras profissionais para a cena do aeroporto na “docuficção” A Hard Day’s Night). O rock ainda não havia extrapolado para os descampados da natureza, na simbiose promíscua de lama, sexo, bebida, marijuana, protesto, delírio, orgia, chuva e banheiro químico. Ali, nos festivais ao vivo, a geração dos anos 60 encontrou sua particular ideia de felicidade. 

Nas manifestações coletivas do que se passou a chamar paz e amor,  uma contracultura florescente e psicodélica adotou o rock como sua língua franca. O poeta beat Gary Snyder flagrou o parto de “uma nova ética e novos estados mentais”. Ou como dizia Jerry Garcia, emblemático band leader do emblemático Greatful Dead, “somos os primitivos de uma cultura desconhecida”.
O rock já morreu milhares de vezes, com direito a choro e também a alívio, e, no entanto, o rock sobrevive como um prazer incômodo e uma fantasia de imortalidade (“sempre tive uma necessidade repulsiva de ser mais do que humano; um dia disse foda-se, a questão é tentar ser imortal”, afirmou David Bowie... antes de morrer).

Brasil é paraíso tributário para super-ricos, diz estudo da ONU

Isenção de impostos sobre lucros e dividendos faz com que cidadãos assalariados, de classe média, tenham um nível maior de tributação do que os 0,05% da população que ganha mais de R$ 4,1 milhões por anoOs brasileiros super-ricos pagam menos imposto, na proporção da sua renda, que um cidadão típico de classe média alta, sobretudo assalariado, o que viola o princípio da progressividade tributária, segundo o qual o nível de tributação deve crescer com a renda.
Essa é uma das conclusões de artigo publicado em dezembro pelo IPC-IG (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), vinculado ao PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).
O estudo, que analisou dados de Imposto de Renda referentes ao período de 2007 a 2013, mostrou que os brasileiros “super-ricos” do topo da pirâmide social somam aproximadamente 71 mil pessoas (0,05% da população adulta), que ganharam, em média, 4,1 milhões de reais em 2013.
De acordo com o levantamento, esses brasileiros pagam menos imposto, na proporção de sua renda, que um cidadão de classe média alta. Isso porque cerca de dois terços da renda dos super-ricos está isenta de qualquer incidência tributária, proporção superior a qualquer outra faixa de rendimento.
Os brasileiros super-ricos pagam menos imposto, na proporção da sua renda, que um cidadão típico de classe média alta, sobretudo assalariado, o que viola o princípio da progressividade tributária, segundo o qual o nível de tributação deve crescer com a renda.

As Imagens da Democracia