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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

As torturas da CIA na Europa sob a magnitude do Tribunal Penal Internacional

O Ministério Público em Haia solicitou a abertura de uma investigação no Afeganistão por crimes de guerra que incluam abusos de prisioneiros na Polônia, Romênia e Lituânia. Os Estados Unidos mantiveram centros de detenção lá com a cumplicidade de seus governosVamos fazer uma viagem a tempo. 20 de setembro de 2001, Washington.

O presidente dos Estados Unidos, George Walker Bush, apresenta um discurso solene no Congresso dirigido a uma nação que ainda se pergunta por que foi atacado. O texano aprecia a solidariedade da comunidade internacional, fala sobre a reconstrução de Nova York e menciona o ódio dos terroristas em direção à democracia. Também nomeia uma pessoa, Osama bin Laden, e um país, o Afeganistão, desconhecido naquela época para 99% de seus concidadãos. É lá onde os Estados Unidos começaram a sua
Vamos fazer uma viagem a tempo. 20 de setembro de 2001, Washington.

domingo, 10 de dezembro de 2017

O GRANDE IRMÃO - Abin tem megabanco de dados sobre movimentos sociais

VOCÊ PROVAVELMENTE NUNCA terá ouvido falar no GEO-PR, um megabanco de dados criado durante a gestão Lula na Presidência da República com o propósito de proteger territórios indígenas, terras de pequenos agricultores e o meio ambiente. Dificilmente, você saberá também que dezenas de órgãos públicos dos três níveis de governo aceitaram ceder a esse sistema o acesso direto a seus próprios bancos de dados. O GEO-PR não é apenas um projeto que quase ninguém conhece.
VoCÊ PROVAVELMENTE NUNCA terá ouvido falar no GEO-PR, um megabanco de dados criado durante a gestão Lula na Presidência da República com o propósito de proteger territórios indígenas, terras de pequenos agricultores e o meio ambiente.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

sábado, 5 de novembro de 2016

“Facebook e Apple poderão ter o controle que a KGB nunca teve sobre os cidadãos”

O historiador Yuval Noah Harari, um dos pensadores do momento, reflete sobre como a inteligência artificial e o ‘big data’ transformarão a natureza humana

Um carro autônomo está prestes a atropelar cinco pedestres. O que deve fazer?Virar para o lado e matar seu dono para minimizar as baixas humanas, ou salvar a vida de seu passageiro e passar por cima de quem está na rua? Como se deveria programar o computador do automóvel? Dilemas éticos como esse preocupam Yuval Noah Harari (Israel, 1976), professor de História da Universidade Hebraica de Jerusalém e um dos pensadores de referência na atualidade. Seu primeiro livro, Sapiens, Uma Breve História da Humanidade, tornou-se um fenômeno editorial recomendado por Barack Obama e Mark Zuckerberg. Em seu segundo livro, Homo Deus, Uma Breve História do Amanhã, vai mais adiante e alerta para os riscos da inteligência artificial, do big data e dos algoritmos que permitem complexas predições matemáticas.
Um carro autônomo está prestes a atropelar cinco pedestres. O que deve fazer?Virar para o lado e matar seu dono para minimizar as baixas humanas, ou salvar a vida de seu passageiro e passar por cima de quem está na rua?

sábado, 15 de outubro de 2016

1917: Acusada de espionagem, dançarina Mata Hari é fuzilada na França

A dançarina Mata Hari, acusada de espionagem para os alemães, é fuzilada na França
Paris, 1904: nos salões, nos hotéis, nos clubes da Belle Époque era possível divertir-se esplendorosamente. Muito champanhe jorrava. Todas as noites havia festas e recepções.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Chrome "espião": navegador ouvia tudo ao redor do usuário

De acordo com um usuário do Debian, após ser atualizado para a versão 43, o chrome automaticamente baixava (sem avisar ao usuário) a extensão
Um recurso inserido na atualização do Google Chrome para a versão 43 permitia que o navegador deixasse permanentemente ligado o microfone dos dispositivos na qual ela era instalada, captando todo o áudio ao seu redor.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Os consumidores de pornografia na web de todo o mundo estão sendo vigiados

Vigilância: ferramentas de monitoramento em quase todos os sites de conteúdo adulto coletam dados sobre seus hábitos digitais e podem saber - e divulgar - que tipo de pornografia você assiste. De nada adianta colocar o navegador em modo privado ou limpar o histórico
Trinta milhões de americanos assistem pornografia regularmente, de acordo com o Wall Street Journal. Esse número é muito maior do que a quantidade de pornógrafos assumidos, mesmo em pesquisas anônimas: em 2013, apenas 12% dos entrevistados admitiram assistir pornografia online. Mas graças à onipresente vigilância digital e à identificação de navegadores, os mentirosos dos EUA não poderão controlar o sigilo de seus hábitos pornográficos. Os consumidores de pornografia de todo o mundo estão sendo vigiados, e se o engenheiro de software Brett Thomas estiver certo, seria muito fácil tirá-los do armário, junto com uma lista extensa de todos os vídeos que eles já assistiram.
Trinta milhões de americanos assistem pornografia regularmente, de acordo com o Wall Street Journal. Esse número é muito maior do que a quantidade de pornógrafos assumidos, mesmo em pesquisas anônimas: em 2013, apenas 12% dos entrevistados admitiram assistir pornografia online.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

CIA faz devassa em busca do mapa da mina

A notícia de que a CIA realizou uma verdadeira devassa no Ministério das Minas e Energia, agora num mutirão com o serviço secreto canadense, confirma uma tradição. A agencia é um labrador dos interesses norte-americanos em busca do mapa da mina brasileira –no caso, mais literal que metafórico.
Um livro de mil páginas lançado no Brasil em 1998, "Seja Feita a Vossa Vontade”, dos jornalistas americanos Gerard Colby e Charlotte Dennett , detalha, sem muita repercussão então, a abrangência, os métodos e a intensidade das violações cometidas pelos EUA para avaliar e controlar recursos do subsolo brasileiro.
O livro foi lançado num momento sensível, digamos assim, o que talvez explique sua repercussão contida na emissão conservadora.
Um ano antes, o governo FHC havia privatizado a Vale do Rio Doce, o primeiro e um dos mais polêmicos episódios de uma série.
O valor da venda, em torno de R$ 3,3 bi então, seria superado, com folga, pelo lucro anual de uma das maiores mineradoras e detentoras de jazidas do planeta.
Em "Seja Feita a Vossa Vontade", Colby e Charlotte não tratam da Vale.
Mas mostram o entrelaçamento entre a cobiça privada de Nelson Rockefeller e os serviços de espionagem dos EUA na rapinagem das riquezas minerais do país.
Nessas investidas , Rockefeller e a CIA não hesitariam em recorrer a missionários para dominar áreas indígenas , bem como agir para derrubar governos que colocassem obstáculos às suas operações e negócios.
Os golpes, de 1954, contra Getúlio, frustrado pelo seu suicídio, e aquele contra Jango, dez anos mais tarde, segundo os jornalistas, tiveram o dedo de Rockefeller diretamente.
As denúncias atuais, baseadas em informações vazadas por Edward Snowden, que vem se somar às já veiculadas tendo como alvo a Petrobrás, mostram uma grau de ousadia ímpar.
A desfaçatez, no caso do pente fino nas Minas e Energia, pode estar associada à pressa em obter informações estratégicas, antes da votação do novo Código Mineral proposto pelo governo.
Ademais de elevar alíquotas de royalties, o projeto em negociação no Congresso, transfere a uma estatal o gerenciamento público da pesquisa no país.
Hoje vale a lei do velho oeste: quem chegar primeiro, registra e tem o direito de lavra. E pode dormir sobre uma reserva de mercado à espera de valorização das cotações, frequentemente em detrimento das urgências do país. Como aconteceu durante anos com minas de fosfato detidas pela iniciativa privada.
Talvez a devassa da CIA e dos canadenses tenha exatamente o objetivo de abastecer os congêneres atuais de Rockefeller com o máximo de informações possíveis para obtenção de registros. Antes de vigorar a nova lei.
Em 2000, Colby e Charlotte concederam uma entrevista a Kátia Melo, da ISTOÉ, sobre suas investigações. Alguns trechos, abaixo, revelam a extensão dos interesses por trás de uma ação da CIA:
Colby – Como presidente do Grupo Especial do Conselho Nacional de Segurança, (Nelson Rockefeller) conhecia todos os segredos da CIA e suas atividades, incluindo tentativas de assassinatos, experimentos de controle da mente, envolvimentos em golpes.
Charlotte – Se você quer ter recursos naturais e expandir seus negócios, precisa do serviço de inteligência. Precisa saber com quem está lidando e quais são os obstáculos que irá enfrentar. E fica claro no livro que Rockefeller obteve um considerável avanço em seus negócios depois de conseguir essas informações como coordenador das políticas interamericanas.
Colby – Em cada país, incluindo o Brasil, Rockefeller instaurou um conselho local administrativo formado por empresários dos países latinos e empresários americanos que nesses países residiam. Eram essas pessoas que passavam a ele informações sobre como atuar no país e como implementar seus programas. Mas o mais importante era como ganhar suporte dos governos para seus projetos. Esses contatos que ele fazia se estenderam para a área militar, como com o general Eurico Gaspar Dutra, que foi operacional no golpe de 1945 contra o presidente Getúlio Vargas. Quando assumia cargos públicos, Rockefeller estabelecia contatos que depois ele usava como empresário.
Colby – (...) a CIA ainda retém em seu poder a maior parte desses documentos. Nos papéis que conseguimos, descobrimos que os homens de Rockefeller no Brasil tinham entre 1964 e 1969 uma ligação direta com o Serviço Nacional de Informação (SNI).
Charlotte – Rockefeller estava sempre nos bastidores nos grandes momentos da política brasileira. Em 1945, no golpe que depôs Vargas, a pessoa-chave era Adolf Berle, o embaixador americano no Brasil e o protegido de Nelson Rockefeller. Depois veio o golpe de 1964 e lá estava ele agindo novamente.
Charlotte – Vargas e Jango foram os grandes obstáculos para Rockefeller realizar o que chamava de o “sonho brilhante”, o plano de desenvolvimento da Amazônia. Jango o incomodava muito porque denunciava os ricos na Amazônia, entre eles o coronel John Caldwell King, que mais tarde tornou-se o grande homem da CIA em toda a América Latina.
Colby – King também era o chefe da operação que mandava dinheiro dos EUA para o Brasil para financiar os projetos aos golpistas. A CIA também controlava as operações de financiamento para projetos no Nordeste. E a Corporação Internacional de Economia Básica (Ibec), comandada por Rockefeller no Brasil, também foi acusada de distribuir dinheiro antes do golpe contra Jango (um relatório da CIA menciona em até US$ 20 milhões).
Inclusive foi a Ibec que escreveu as leis bancárias do Brasil para estabelecer linhas de crédito mais flexíveis a negociações para continuar com as operações na Amazônia, anunciada pelos generais brasileiros.
Charlotte – Ele (Rockefeller) acreditava que o desenvolvimento da Amazônia daria um novo respiro econômico aos EUA, assim como foi a colonização do Oeste americano.
Charlotte – Cheguei a ler memorandos de Rockefeller para seus assessores em 1963 que diziam que Kennedy não estava cooperando. E ele colocava Kennedy e João Goulart na lista das pessoas que eram obstáculos para seus objetivos. Kennedy morreu em novembro de 1963 e Goulart sofreu um golpe em março de 1964.
Charlotte – Simplesmente a proteção dos interesses americanos. E isso faz parte da História. As corporações americanas sempre quiseram estabilidade para seus investimentos. E por isso apóiam os governantes que se alinham com o pensamento americano. Caso saiam da linha, pagam as consequências.
Fonte: Site do FNDC

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dilma dá uma carcada em Obama e diz: Aqui não, meu irmão!!!!

Em tom rígido, a presidente Dilma Rousseff levou nesta terça-feira à 68ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, as críticas do país ao governo americano, acusado de espionar inclusive as comunicações pessoais da presidente brasileira.
Na plenária, Dilma qualificou o programa de inteligência dos EUA de “uma grave violação dos direitos humanos e das liberdades civis; de invasão e captura de informações sigilosas relativas a atividades empresariais e, sobretudo, de desrespeito à soberania nacional”.
Dilma afirmou que as denúncias causaram “indignação e repúdio” e que foram “ainda mais graves” no Brasil, “pois aparecemos como alvo dessa intrusão”. Disse ainda que “governos e sociedades amigos, que buscam consolidar uma parceria efetivamente estratégica, como é o nosso caso, não podem permitir que ações ilegais, recorrentes, tenham curso como se fossem normais”.
“Elas são inadmissíveis”, completou.
Conforme a brasileira, o Brasil “fez saber ao governo norte-americano nosso protesto, exigindo explicações, desculpas e garantias de que tais procedimentos não se repetirão”.
Há uma semana, a presidente cancelou a visita de Estado que faria ao colega Barack Obama em outubro que vem, em Washington, por “falta de apuração” sobre as denúncias de que a inteligência americana espionou as comunicações pessoais da brasileira, além da Petrobras.
Para ela, “imiscuir-se dessa forma na vida de outros países fere o direito internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre elas, sobretudo, entre nações amigas”.
Dilma também foi extraordinariamente dura ao rebater frontalmente o argumento americano de que a espionagem visa combater o terrorismo e, portanto, proteger cidadãos não só dos EUA como de todo o mundo.
Para Dilma, o argumento “não se sustenta”. “Jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra. Jamais pode o direito à segurança dos cidadãos de um país ser garantido mediante a violação de direitos humanos fundamentais dos cidadãos de outro país.”
“O Brasil, senhor presidente [da Assembleia Geral], sabe proteger-se. Repudia, combate e não dá abrigo a grupos terroristas”, disse.
O Brasil faz o discurso de abertura da reunião anual desde que o embaixador Oswaldo Aranha iniciou a tradição, em 1947.
Fonte: Pragmatismo Político

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O golpe silencioso que agarrou Washington


Eu tenho pendurado na parede da primeira página do Daily Express de 05 de setembro de 1945 , com as seguintes palavras : "Eu escrevo isso como um aviso para o mundo. " Assim começou o relatório de Wilfred Burchett em Hiroshima. Foi a bomba do século. Por ocasião da jornada solitária e perigosa que desafiou os EUA ocupação autoridades Burchett foi ridicularizado , especialmente por seus colegas roupeiros . Ele alertou que um ato premeditado de assassinato em massa em uma escala épica acaba de dar o sinal verde para uma nova era de terror.
Hoje, [ o alerta ] Buirchett Wilfred está sendo reivindicada por eventos quase que diariamente. A criminalidade intrínseca da bomba atômica tem sido apoiado pelo Arquivo Nacional dos EUA e décadas seguintes do militarismo disfarçado de democracia. Psicodrama sírio é um exemplo. Mais uma vez estamos refém da perspectiva de um terrorista cuja natureza e história continuam a negar até mesmo os críticos mais liberais. A grande verdade é que unmentionable o mais perigoso inimigo da humanidade é do outro lado do Atlântico.

A farsa de John Kerry e Barack Obama piruetas são temporários. O acordo de paz russo em armas químicas serão tratados ao longo do tempo com o desprezo reservado para todos diplomacia militarista . Com a Al-Qaeda agora está aparecendo entre seus aliados eo golpe armado EUA solidamente instalada no Cairo, os EUA procuram esmagar os últimos estados independentes do Oriente Médio : Síria primeiro, então Iran. "Esta operação [ na Síria ]", disse o ex-ministro das Relações Exteriores francês Roland Dumas , em junho, " vai caminho de volta . Foi preparado , pré-concebida e planejada " .

Quando o público é " afetada psicologicamente " , como descrito por Channel 4 repórter Jonathan Rugman esmagadora oposição do povo britânico a um ataque à Síria , a supressão da verdade torna-se urgente. Quer ou não que Bashar al- Assad e os "rebeldes" usou gás nos subúrbios de Damasco, é a América , e não a Síria , o país que usam esses terríveis armas mais prolíficos .

Em 1970, o Senado relatou: " Os EUA têm despejado no Vietnã uma série de substâncias químicas tóxicas ( dioxinas ), equivalente a 2,7 quilos por cabeça." Isso foi o que foi chamado de Hades operação, mais tarde renomeado mais amável como Operação Ranch Hand , a origem de médicos vietnamitas chamam de " ciclo de desastre fetal " . Tenho visto gerações de crianças afetadas por deformações família e monstruoso. John Kerry, cujo registro militar, ele jorra sangue, certamente se lembra. Também tenho visto no Iraque, onde os EUA usaram urânio empobrecido e fósforo branco, como os israelenses fizeram em Gaza. Para eles não havia "linhas vermelhas" de Obama , nem de psicodrama de confronto.

O debate repetitivo e estéril sobre se " nós" devemos " tomar medidas " contra os ditadores selecionados ( ou seja , se devemos aplaudir os EUA e seus acólitos em uma nova matança aérea) faz parte de nossa lavagem cerebral . Richard Falk, professor emérito de Direito Internacional e pelo relator especial da ONU sobre a Palestina , descreve-o como " uma tela legal / pretensões morais unidirecionais de superioridade moral e cheio de imagens positivas dos valores ocidentais e imagens de inocência ameaçada visa legitimar uma campanha de violência política irrestrita. " Este "é tão amplamente aceito que é praticamente impossível para desafiar . "

Esta é a maior mentira, o parto por política " realistas liberais" anglo-americanos e self-made acadêmicos de mídia e gestores da crise global , em vez de causá-la. Removendo o estudo do fator humano dos países e congelar seu discurso com o jargão para servir os desígnios das potências ocidentais , endossa o rótulo de " não ", " criminoso" ou "mal" para os Estados Unidos , em seguida, infligir -lhes a sua "intervenção humanitária" .

Um ataque à Síria ou o Irã , ou contra qualquer outro "mal" dos EUA é baseada em uma forma variante , a " Responsabilidade de Proteger " , ou R2P , cujo pregador fanático é o ex- ministro dos Negócios Estrangeiros australiano Gareth Evans, co- presidente de um " centro do mundo ", com base em Nova York. Evans e lobistas generosamente financiados jogar uma propaganda vital pedindo a "comunidade internacional " para atacar os países com " o Conselho de Segurança se recusa a aprovar qualquer proposta ou que se recusa a enfrentá-lo em um tempo razoável . "

O Evans é longa. O personagem já apareceu em meu filme 1994 , Death of a Nation , que revelou a extensão do genocídio em Timor Leste. O homem sorrindo Canberra levanta a taça de champanhe para brindar o seu homólogo indonésio durante o vôo em uma aeronave australiana de Timor-Leste depois de assinar um tratado de cortar o petróleo e gás do país devastado em que o tirano Suharto assassinados ou morreram de fome de um terço da população.

Durante a vigência do "fraco" militarismo Obama cresceu talvez como nunca antes. Embora não haja um único tanque no gramado da Casa Branca, em Washington , houve um golpe militar. Em 2008, seus devotos lágrimas lavado liberais , Obama aceitou totalmente o Pentágono que legou seu antecessor , George W. Bush , completo com todas as suas guerras e crimes de guerra. Embora a Constituição está sendo substituído por um estado emergente da polícia , o mesmo que destruiu o Iraque com base em choque e pavor , que transformou o Afeganistão em uma pilha de escombros e Líbia reduzida a um pesadelo hobbesiano , o mesmo são os que estão ascendendo a administração dos EUA . Por detrás da sua fachada enmedallada , são ex- soldados norte-americanos estão a cometer suicídio do que são mortos no campo de batalha . Últimos veteranos 6.500 anos tiram suas próprias vidas . Um lugar mais bandeiras .

O historiador Norman Pollack chama isso de " liberalfascismo " : . "Em vez de soldados marchando passo de ganso que aparentemente inofensivo militarização total de Cultura e , em vez de líder bombástico temos um reformador não trabalhar alegremente no planejamento e execução de assassinatos ainda sorrindo um pouco . " Toda terça-feira , o " humanitário " Obama supervisiona pessoalmente rede terrorista global de drones que reduz a " mush " as pessoas , os seus socorristas e seus enlutados. Nas zonas de conforto do Ocidente, o primeiro líder negro do país da escravidão ainda se sente bem, como se sua mera existência significaria um avanço social , independentemente de o rastro de sangue que sai. Esta obediência a um comando praticamente destruído EUA o movimento anti- guerra. Essa é a única façanha de Obama.

Na Grã-Bretanha as distrações resultantes imagem e políticas de identidade falsa por não ter conseguido completamente . A agitação já começou, mas as pessoas de consciência devem se apressar . Os juízes Nuremberg foram concisa : " Os cidadãos têm a obrigação de violar leis nacionais para impedir a perpetração de crimes contra a paz ea humanidade. " As pessoas normais da Síria , e muitos outros a maioria das pessoas , como a nossa própria auto-estima, não merecem menos agora.
Fonte: Portal Rebelión

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Investigação sobre cartel deve ser feita em todos os níveis

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse neste sábado (17) que a investigação da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre as empresas suspeitas de fazer parte do cartel do metrô e de trem deve ser feita em todos os níveis de governo e estados.

“Doa a quem doer, a investigação tem que ser feita em qualquer estado ou país”, disse sobre uma possível investigação de contratos de estatais com as empresas suspeitas de integrarem cartel nas licitações de metrô e trem em São Paulo e no Distrito Federal. O ministro deu a declaração ao participar de um evento no Palácio do Planalto para parentes de funcionários e profissionais terceirizados.

Carvalho destacou que a CGU tem condições para fazer uma investigação idônea, sem pressões políticas. “A CGU nos orgulha muito pela independência e seriedade com que ela trabalha. Agora, o foco evidentemente não está no governo federal. Está em São Paulo. Vamos esperar as investigações transcorrerem e depois seja julgado e condenado quem deve”.

A CGU informou nesta semana que vai propor a notificação da empresa Siemens para que preste esclarecimentos sobre denúncias de formação de cartel nas licitações do Metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A empresa faz parte do Cadastro Pró-Ética, mantido pela CGU, que faz exigências para adesão e permanência na lista, como não se envolver em denúncias capazes de gerar questionamentos quanto ao compromisso da empresa com a ética e a integridade. O comitê gestor do cadastro é que avaliará a possível exclusão da Siemens.


Fonte: Portal Vermelho

Caso Snowden e o terrorismo de Londres


Em nota divulgada na noite de domingo (18), o Ministério das Relações Exteriores classificou como "medida injustificável" a detenção no aeroporto de Heathrow do brasileiro David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwald - autor das denúncias sobre espionagem do governo dos EUA publicadas no jornal "Guardian". O Itamaraty também manifestou "grave preocupação" em relação à retenção de um brasileiro "contra quem não pesam quaisquer acusações que possam legitimar o uso da referida legislação" antiterrorismo da Inglaterra. A nota, porém, é insuficiente e tímida diante de mais um gravíssimo ato de provocação do governo britânico, a serviço dos EUA.


O estudante David Miranda, de 28 anos, foi detido ontem no aeroporto de Londres com base na lei inglesa de combate ao terrorismo, que permite prender suspeitos sem mandado judicial. Ele voltava de Berlim, onde passou vários dias em companhia da documentarista estadunidense Laura Poitras, que trabalha com Greenwald na análise dos documentos vazados pelo ex-técnico da CIA, Edward Snowden. O brasileiro ficou nove horas numa sala e teve seu laptop, celular e outros equipamentos eletrônicos apreendidos. Ele não pode sequer telefonar para o seu advogado. Um advogado enviado pelo "Guardian" teve acesso somente aos últimos 15 minutos de seu depoimento à polícia. 

Glenn Greenwald não vacila em afirmar que a detenção teve nítida motivação política. "Eles não perguntaram nada a ele sobre terrorismo, só sobre jornalismo: o que eu estou fazendo, o que eu não estou fazendo", revelou à Folha. "Para Greenwald, 'está claro' que a detenção do namorado foi uma ação para intimidá-lo e um 'ataque à liberdade de imprensa'. Segundo ele, os oficiais perguntaram até se Miranda tinha acesso a 'senhas' envolvendo o material das reportagens de Greenwald. 'Mas agora eu vou fazer muitas reportagens, e ser muito mais agressivo do que antes: vai ter o efeito oposto ao que eles quiseram'. Greenwald comparou a detenção à proibição que governos europeus deram ao presidente boliviano Evo Morales de sobrevoar seus países em julho".

O jornalista estadunidense do "Guardian" publicou vários artigos sobre as ações de espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA, com base em documentos vazados por Snowden. Atualmente, ele reside no Rio de Janeiro e não esconde seu temor diante das retaliações da CIA e de seus satélites. O governo brasileiro tem adotado uma postura branda - que relembra o complexo de vira-lata - frente às denúncias de espionagem dos EUA. Até a Anistia Internacional foi mais dura na critica à "detenção ilegal e indesculpável" de David Miranda. A nova "mensagem de intimidação" do império britânico, conforme denuncia Glenn Greenwald, revela apenas que esta postura tímida do Itamaraty incentiva as ações terroristas e prepotentes das potencias imperialistas.

Fonte: Blog do Miro.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Espionagem americana se espalhou pela América Latina

De acordo com informações publicadas na imprensa, nesta terça-feira (9), além do Brasil, os Estados Unidos têm programas de espionagem e rastreamento funcionando em vários outros países da América Latina. Documentos sigilosos da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) mostram que situações similares ocorrem no México, Venezuela, Argentina, Colômbia e Equador, entre outros. 


Um dos aspectos que se destaca na informações (publicadas pelo jornal O Globo) que constam nos documentos é que, de acordo com eles, os Estados Unidos parecem não estar interessados apenas em assuntos militares, mas também em segredos comerciais - "petróleo" na Venezuela e "energia" no México, segundo uma listagem produzida pela NSA no primeiro semestre deste ano.


De janeiro a março passado, de acordo com os documentos, agentes da NSA realizaram ações de espionagem na América Latina usando ao menos dois programas: "Prism" (no período de 2 a 8 de fevereiro) e "Boundless Informant" (de janeiro a março). 

O "Prism" possibilita acesso a e-mails, conversas online e chamadas de voz de clientes de empresas como Facebook, Google, Microsoft e YouTube. Através dele, a NSA levantou dados sobre petróleo, energia e narcóticos do México. Esse programa, no entanto, não permite o acesso a todo o universo de comunicações. Grandes volumes de tráfego de telefonemas e de dados na internet ocorrem fora do alcance da NSA e seus parceiros no uso do Prism. 

Para ampliar seu raio de ação, a agência desenvolveu outros programas com parceiros corporativos capazes de lhe abrir acesso às comunicações internacionais. É o caso do "Boundless Informant", para catalogação de telefonemas e acessos à internet. 

Alvo pioritário
A Colômbia foi o segundo alvo prioritário na América Latina nos últimos cinco anos - logo depois do Brasil e do México - na atividade de espionagem da Agência de Segurança Nacional. Informações de documentos da agência mostram uma coleta de informações na Colômbia em fluxo expressivo e constante, embora variável, no período entre 2008 e o primeiro trimestre deste ano, até março passado. 

A importância das operações na Colômbia é destacada em mapas da agência. Em parte, pode ser justificada pela intensa cooperação entre os governos de Washington e Bogotá na ofensiva contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (Farc-EP). Mas, além dos aspectos militares, há também econômicos - como petróleo. 

A Colômbia mantém uma aliança militar com os EUA sem paralelo nos demais países da América do Sul. Isso a torna área privilegiada para as agências americanas, como a NSA, na rotina de coleta de informações ao Norte e ao Oeste da América do Sul. 

Os documentos da NSA não contêm números específicos, mas a escala de cores usada na elaboração dos mapas da agência permite a conclusão de que, nos meses de março deste ano e do ano passado, a Colômbia era considerada um alvo de espionagem tão relevante quanto o Brasil e o México. 

Chávez foi monitorado 


Também foram espionados, de forma constante mas em menor intensidade, Venezuela, Argentina, Equador, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Paraguai, Chile, Peru e El Salvador. 

Colômbia, Equador e Venezuela também foram monitorados, em 2008, pelo programa X-Keyscore, capaz de rastrear e identificar a presença de um estrangeiro em um país através do idioma usado por ele em e-mails. 

Em março do ano passado, a Colômbia e a Venezuela voltaram a figurar com destaque entre os alvos da espionagem, conforme documentos na NSA. Os agentes trabalharam com o software, conhecido como "Fairview". O volume de dados coletados, aparentemente, foi menor que o filtrado do Brasil no mesmo período, segundo os mapas da NSA sobre o período. 

Em março deste ano, a Colômbia se tornou prioritária para a NSA tanto quanto o Brasil. Foi quando morreu Hugo Chávez.


Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal Vermelho.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

"O alcance das suas capacidades é assustador", diz fonte que revelou programa de vigilância dos EUA

Edward Snowden, de 29 anos, disse ter esperado uma atuação mais contundente de Barack Obama, mas o presidente"continuou as políticas dos seus antecessores"
Edward Snowden
WASHINGTON (AFP) - A fonte que revelou o programa secreto de vigilância das comunicações de Washington é o jovem americano Edward Snowden, de 29 anos, assessor da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês). "Não quero viver em uma sociedade que faz esse tipo de coisa (...) em um mundo em que tudo que eu faço e digo fica registrado", explicou Snowden, em entrevista por vídeo concedida ao jornal britânico "The Guardian", divulgada neste domingo.
O jovem contou que decidiu revelar os programas de inteligência à imprensa depois de chegar à conclusão que eram "abusos" contra o público, cometidos em nome da segurança e após esperar que o presidente Barack Obama cumprisse sua promessa de aumentar a proteção dos cidadãos contra essas práticas. "Mas o presidente continuou as políticas dos seus antecessores", lamentou Snowden.
O responsável por um dos maiores vazamentos de documentos sigilosos da história dos Estados Unidos - junto com o soldado Bradley Manning, que está sendo julgado por entregar milhares de telegramas diplomáticos ("cables") ao site WikiLeaks - é um ex-funcionário da CIA.
Ele disse ter agido em defesa do interesse público e pela proteção da vida privada dos cidadãos. Snowden disse ao "Guardian" que nunca quis manter o anonimato: "Estou consciente de que vou pagar um preço pelas minhas ações".
"Meu único objetivo é informar as pessoas sobre o que está sendo feito em seu nome e o que se faz contra", justificou, acrescentando que "a NSA mente sistematicamente para o Congresso a respeito da magnitude da vigilância que exerce nos Estados Unidos".
"Captamos mais comunicações eletrônicas nos Estados Unidos do que na Rússia. Vocês não imaginam tudo que se pode fazer. O alcance das suas capacidades é assustador", afirmou.
Há três semanas, teve de deixar a mulher, com quem tinha "uma vida muito confortável" no Havaí, com salário de US$ 200 mil ao ano, e se mudou para Hong Kong antes da divulgação dos vazamentos, relatou ao jornal.
"Estou disposto a sacrificar tudo isso, porque não posso, na minha alma e na minha consciência, permitir que o governo dos Estados Unidos destrua a vida privada, a liberdade da Internet e as liberdades fundamentais de todo o mundo com esse enorme sistema de monitoramento que está sendo realizado secretamente", disse ele.
Nascido em Elizabeth City, na Carolina do Norte, Snowden viveu com a família em Fort Meade, Maryland, onde fica a base da NSA. Na entrevista, ele revelou que não concluiu seus estudos de Informática na Universidade de Maryland. Em 2003, se alistou no Exército e começou o treinamento para se juntar às forças especiais, em nome dos mesmos princípios que hoje evoca para revelar os documentos secretos: "Queria combater no Iraque (...) para ajudar a libertar os iraquianos da opressão".
Depois de um acidente, no qual quebrou as duas pernas, ele abandonou o Exército e conseguiu seu primeiro emprego, como segurança, em um dos prédios secretos da NSA, no campus da Universidade de Maryland.
Mais tarde, foi contratado pela CIA, para trabalhar na segurança dos sistemas de informática. Seu conhecimento de Internet e seu talento como programador fizeram sua carreira avançar rapidamente e foi enviado para Genebra.
Ele trabalhava para a NSA há quatro anos, como funcionário terceirizado para diversas empresas, como a Dell, ou Booz Allen Hamilton, seu último patrão.

Fonte Texto: A Carta Capital