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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

“Don’t F**k With Cats”: O que a série chocante da Netflix tem a dizer sobre as redes sociais

O criminoso escreveu na parede de seu quarto: “se você não gosta do reflexo, não se olhe no espelho! Eu não estou nem aí”. Se você não admite que crê em mentiras e que jamais critica esse mundo de aparências – as redes sociais - então evite o espelho

É interessante notar as reações das pessoas diante documentário da Netflix “Don’t Fuck With Cats: Hunting An Internet Killer”. Em princípio, elas parecem reagir à insensibilidade da Netflix ao exibir a matança de pobres gatinhos indefesos; além disso, algumas delas argumentam que, com essa série, a gigante do streaming aumentou a publicidade em torno de um criminoso cruel.
É interessante notar as reações das pessoas diante documentário da Netflix “Don’t Fuck With Cats: Hunting An Internet Killer”. Em princípio, elas parecem reagir à insensibilidade da Netflix ao exibir a matança de pobres gatinhos indefesos; além disso, algumas delas argumentam que, com essa série, a gigante do streaming aumentou a publicidade em torno de um criminoso cruel.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Facebook bane extremistas americanos por incitação ao ódio

Gigante das redes sociais reafirmou que não há espaço na plataforma para indivíduos e organizações que propagam a violência
Numa tentativa de reduzir o conteúdo extremista em suas plataformas, o Facebook baniu nesta quinta-feira 2 vários conhecidos extremistas americanos, conhecidos por seus discursos de ódio, e alegou que eles violaram sua proibição de “indivíduos perigosos”.

Entre os banidos estão Alex Jones, radialista americano de extrema-direita e teórico da conspiração, Louis Farrakhan, líder do grupo Nação do Islã, que é acusado de antissemitismo, e Milo Yiannopoulos, comentarista político britânico e ex-editor do site de extrema-direita americano Breitbart News.
Numa tentativa de reduzir o conteúdo extremista em suas plataformas, o Facebook baniu nesta quinta-feira 2 vários conhecidos extremistas americanos, conhecidos por seus discursos de ódio, e alegou que eles violaram sua proibição de “indivíduos perigosos”.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

A direita está mais mobilizada que a esquerda nas redes

Estudo mostra que páginas de movimentos conservadores e contrários ao PT acumulam mais curtidas
Desde a abertura do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, no dia 12 de maio, a direita se mostra muito mais mobilizada nas redes do que a esquerda.
É o que mostra o Mapa das redes de mobilização no Facebook, construído pelos professores Esther Solano (Unifesp), Pablo Ortelllado (USP) e Marcio Moretto (USP).

O retrato, feito entre 11 e 25 de junho na rede social que possui no Brasil 99 milhões de usuários ativos mensais, mostra que as páginas de direita se sobressaem quanto ao número de curtidas, seja em posts e conteúdo compartilhado ou mesmo na própria página de apresentação.

De acordo com os especialistas que apresentaram resultados preliminares da pesquisa na última quinta-feira (28), se na época da votação na Câmara e no Senado do processo de impeachment a atividade do espectro mais conservador e anti-PT era semelhante ao de páginas ligadas a uma causa ou a um grupo político de esquerda, hoje o que se observa é um crescimento da direita no universo online.
Desde a abertura do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, no dia 12 de maio, a direita se mostra muito mais mobilizada nas redes do que a esquerda.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Após pressão, PSDB se une a PT e recua na terceirização em empresas públicas

O deputado federal Paulo Teixeira (PT) considera que esta foi uma “vitória parcial”. Para ele, é preciso que o povo vá às ruas nos protestos desta quarta-feira (15)
As empresas públicas foram excluídas do Projeto de Lei 4.330/04 que libera as terceirizações no país. A alteração no texto do PL foi aprovada nesta terça-feira (14) pelo plenário da Câmara dos Deputados por 360 votos a 47. Também foram excluídas do texto principal do projeto, as sociedades de economia mista e a suas subsidiárias e controladas, no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
As empresas públicas foram excluídas do Projeto de Lei 4.330/04 que libera as terceirizações no país. A alteração no texto do PL foi aprovada nesta terça-feira (14) pelo plenário da Câmara dos Deputados por 360 votos a 47.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Nomes de Wi-Fi estão sendo usados para ofender ou dar indiretas a vizinhos

É inegável que as tecnologias reduziram o contato entre pessoas. Em bairros, já não é tão comum que os vizinhos conversem uns com os outros, sobretudo em áreas urbanas. No entanto, alguns moradores têm usado um artifício pouco comum para mandar aquele papo reto para seus vizinhos: dando indiretas ou ofendendo mesmo (em alguns casos) pelo nome da rede Wi-Fi. Usar nomes criativos em redes sem fio não é uma novidade. Agora, reclamar de problemas pelo nome do Wi-Fi eleva a trollagem a um novo patamar. O tabloide britânico “Daily Mail'' reuniu algumas capturas de tela (todas em inglês) com nomes de redes Wi-Fi que mostram o (baixo) nível que algumas pessoas chegaram para ofender o vizinho:
É inegável que as tecnologias reduziram o contato entre pessoas. Em bairros, já não é tão comum que os vizinhos conversem uns com os outros, sobretudo em áreas urbanas. No entanto, alguns moradores têm usado um artifício pouco comum para mandar aquele papo reto para seus vizinhos: dando indiretas ou ofendendo mesmo (em alguns casos) pelo nome da rede Wi-Fi.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Por que os jovens estão abandonando o Facebook?

Facebook admite queda no acesso diário ao seu site. Jovens passam menos tempo na rede social mais famosa do mundo, e a razão é que a diversão foi para outros lugares


O Facebook admitiu recentemente uma queda no acesso diário ao seu site, em especial entre usuários adolescentes.
O anúncio confirmou o que já havia sido sugerido por um estudo da organização americana Pew Center: a rede social está perdendo popularidade entre os jovens e adolescentes.
“Agora o Facebook me cansa. Só uso para ver vídeos”, disse Maria Luque, uma adolescente de 14 anos.
Apesar da maioria dos jovens ainda manter o perfil ativo, agora eles passam menos tempo na rede social mais famosa do mundo. E a razão é que a diversão foi para outros lugares.
Os adolescentes agora estão concentrando suas atividades em outras redes, como Twitter e Instagram, e em aplicativos de mensagens via telefone celular, como o WhatsApp.

Twitter

Os dados mais recentes da consultoria Piper Jaffray sugerem que o Twitter se transformou na rede social mais importante para os adolescentes, tirando o Facebook do topo
Os números coincidem com dados do Pew Center que dizem que o uso do Twitter entre jovens cresceu 50% em um ano. “Há um ano, apenas 16% dos usuários jovens usava o Twitter. Agora, um quarto deste grupo usa (o Twitter)”.
Segundo os números de 2012 do portal Pingdom, que acompanha tendências na internet, a idade média do usuário do Facebook é de 40,5 anos, enquanto que a do usuário do Twitter é de 37,3 anos.
Em termos percentuais, o grupo mais importante do Facebook são as pessoas entre 45 e 54 anos de idade (pouco mais de 30% em comparação aos menos de 10% de pessoas entre 18 e 24 anos). O Twitter por sua vez, tem uma distribuição mais uniforme: cada um destes grupos representa cerca de 20% do total.
Em um prazo de dois anos e meio, o usuário médio da rede criada por Mark Zuckeberg “envelheceu” dois anos, enquanto que o da rede concorrente ficou dois anos mais jovem.

WhatsApp

Mas, se o Twitter está destronando o Facebook como mídia social preferida entre os jovens, vale lembrar que o aplicativo WhatsApp tem mais usuários que a rede social dos 140 caracteres.
Segundo a revista Mobile Marketing, o WhatsApp tem mais de 350 milhões de usuários em todo o mundo, enquanto que o Twitter tem 218 milhões.
E os usuários que mais usam o aplicativo têm menos de 25 anos.
Para da razão da crescente popularidade do WhatsApp está justamente na busca por mais independência; os jovens se sentem mais à vontade longe da geração de seus pais.
“É normal que os adolescentes tentem se separar dos adultos. Se eles sentem que estão sendo observados pelos adultos, é natural que se afastem (do Facebook e do Twitter)”, disse à BBC Mundo a psicóloga Esther Ana Krieger.
Muitos pais tem perfis no Facebook, o que significa que a rede não é tão privada assim. Neste sentido, deixou de ser uma plataforma que os adolescentes sentem como algo exclusivo e absolutamente deles.
Os aplicativos de mensagem para celulares oferecem, entre outras coisas, esta privacidade que muitos jovens sentem que perderam ao ser observados por seus pais.
Além disso, ao contrário do Facebook, onde os jovens estão abertos a centenas de “amigos” que muitas vezes são pessoas que mal conhecem, estes aplicativos promovem conversas dinâmicas com diferentes grupos de amigos próximos.
E a disponibilidade é outra vantagem. Nas palavras da adolescente Maria, “é muito fácil usar os aplicativos para celular, pois você leva o telefone sempre com você”.
Fonte: Pragmatismo Político