De última hora, Eduardo Cunha altera regra de votação do impeachment que diz respeito às segundas chamadas. Trata-se de mais uma estratégia para garantir a aprovação do processo contra a presidente. Questionado por parlamentares, Cunha respondeu que a decisão cabe a ele e não vai voltar atrás
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alterou na última hora um dos critérios de votação com os quais o governo conta para conseguir a quantidade necessária de votos para derrubar o impeachment de Dilma Rousseff, a segunda chamada dos deputados.











![No programa “Last Week Tonight with John Oliver”, não faltaram críticas ao Congresso brasileiro e aos condutores do impeachment. Até o boneco inflável gigante de Lula com roupas de presidiário, chamado de ‘pixuleko’, foi alvo das piadas.
“Os legisladores brasileiros estão se movendo para retirar a presidente [Dilma] Rousseff”, explicou. “Mas eles podem não estar na melhor posição para julgá-la pois 60% deles enfrentam acusações que variam defraude eleitoral até homicídio“, acrescentou, citando números que o jornal americano “The New York Times” usou do portal Transparência Brasil.
“O Legislativo brasileiro potencialmente contém 40% de criminosos per capita a menos que o sistema penitenciário”, concluiu o comediante.
Oliver também afirma que Dilma pode ter agravado a crise do governo ao nomear Lula para a Casa Civil. “Embora Lula afirme que as acusações [contra ele] tenham motivação política, Rousseff não acalmou as coisas”, disse.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVl09j3DScpiuKuz_9GlU8tS3hjchAt3kWxrQ4cvsS8YylnEjvCXbz4ioXfUoN8i4MBdqTMcbDEPgmLv7Mx-EfHYOwdYXLVSEpUyhhdqY_fDhtR400EeuW2rW8_Z7romn9J7F6SlsC_dQ/s640/voz.jpg)





