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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Em Aracaju, UNEGRO atua contra homofobia

Neste 17 de maio de 2013 a Câmara Municipal de Aracaju através de requerimento dos vereadores Lucimara Passos do PC do B, Iran Barbosa do PT, e Emanuel Nascimento também do PT com as presenças dos vereadores Lucas Aribé e Max Prejuízo do PSB, Pastor Roberto Morais realizaram sessão especial para debater a homofobia e a importância de reconhecer e garantir os direitos e a cidadania das pessoas LGBT bem como políticas públicas de combate as intolerâncias e violências praticadas contra Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais no município de Aracaju com a participação de diversos movimentos sociais como Adhons - Associação de Defesa homossexual de Sergipe, GHB Bugio, Associação das Travestis Unidas na Luta Pela Cidadania,Astra Lgbt, Andrey Roosewelt Chagas Lemos da Unegro, e demais militantes que fazem a luta contra a homofobia em nosso estado.O Dia de Luta Contra a Homofobia é uma data importante pois tem por objetivo mobilizar a sociedade para reflexão sobre as práticas discriminatórias e violências contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. É preciso promover inclusão e políticas públicas para os LGBT reconhecendo seus direitos que estão previstos na nossa constituição.


Nos últimos trinta anos, os homossexuais foram associados e discriminados também por conta do surgimento do vírus HIV e da epidemia da Aids, éramos chamados de aidéticos, nos organizamos e vencemos, hoje a epidemia não tem mais grupo vulnerável ou específico, mas ainda perdemos muitos amigos e companheiros por conta de uma vulnerabilidade social que impede do pleno exercício da sexualidade e expõe gays, travestis e transexuais ao risco de infecção do vírus.

Conquistamos alguns avanços como o programa Brasil Sem Homofobia iniciado no governo LULA, a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, as conferências municipais, estaduais e nacionais dos direitos das pessoas LGBT.Mas a política não pode ficar restrita ao âmbito federal, ela deve ser intersetorial e transversal sendo executada também nas localidades, como estados e municípios.Foram criadas muitas coordenadorias LGBT mas ainda não alcançamos políticas de estado no âmbito local com um pacto interfederativo que promova a igualdade de oportunidades para homens e mulheres independente das suas identidades de gênero ou orientação sexual.Os fundamentalistas vem se organizando na sociedade, ganhando forças através dos posicionamentos de Marco Feliciano que preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e polemizando a PL 122 afirmando que o movimento LGBT declarou guerra santa contra evangèlicos.

Precisamos mesmo é organizar nosso seguimento politizando o debate e apontando as estratégias de mobilização e controle social exigindo dos poderes públicos executivo, legislativo e judiciários o combate às diversas formas de violência e outras intolerâncias bem como a criminalização da homofobia, lesbofobia e transfobia e um sistema educacional que promova cultura de paz e o respeito às diferenças nos bancos escolares como em toda a sociedade.

Fonte texto: Portal UNEGRO

sexta-feira, 1 de março de 2013

Moção de repudio contra o extermínio da juventude negra


Pelo fim da violência e exterminio da juventude negra e pela desmilitarização das policias.

... Nos deparamos a cada dia com a ampliação do abismo social entre negros e brancos, com relação à renda, emprego, escolaridade, acesso à justiça e poder. O drama social acomete, com maior gravidade, a população negra, que habita as favelas e periferias desestruturadas, tornando presa fácil da criminalidade, assistindo nossos jovens serem mortos pela violência urbana e nos negando oportunidades de mobilidade social.
Dados levantados junto ao sistema penitenciário brasileiro apontam que o encarceramento, nos primeiros seis meses de 2012, superou a marca de 549.500 presos em todo o país, representando um aumento de 511% nos últimos vinte anos. A maior parte dos aprisionados é composta de jovens negros. 
Dados do Ministério da Saúde mostram que metade das vítimas de homicídios no Brasil tem entre 15 e 29 anos e sete de cada dez jovens assassinados são negros, sendo mais de 90% do sexo masculino. O jovem negro que mora em bairros da periferia é o principal alvo da violência urbana no País. A manutenção ou mesmo ampliação destes índices aponta para uma “banalização” da violência cotidiana, a qual a juventude negra do nosso país é submetida, permeando as práticas tanto do poder público, quanto de grande parcela da sociedade civil e gerando uma realidade por nós compreendida como verdadeiro programa de extermínio da nossa juventude.
A política de guerra às drogas tem servido de justificativa para a criminalização da pobreza e é a principal responsável pelo grande índice de homicídios que vitimizam os jovens negros que habitam as periferias e favelas do nosso país. Essa guerra objetiva punir somente o elo mais vulnerável de toda a cadeia produtiva das drogas ilícitas. Os 'inimigos' a serem eliminados são os pobres, negros, marginalizados e sem acesso à justiça. A organização em que se estrutura a polícia militar no Brasil é marcada por resquícios ideológicos do período ditatorial (1964-1984), que vêem a população pobre e negra como inimigos internos e potenciais criminosos, do mesmo modo pelo qual as forças repressoras eram orientadas no período colonial – combatendo e capturando os negros escravizados, em resistência.


Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Porta UNEGRO

sábado, 19 de maio de 2012

Dia Nacional da Umbanda


A presidente Dilma Rousseff assinou, na quarta-feira (16), a Lei 12.644 que decreta o Dia Nacional da Umbanda, a ser comemorado anualmente, em 15 de novembro. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 17 de maio.O documento foi sancionado a partir do Projeto de Lei da Câmara nº 187 de 2010, que propõe em sua justificativa, o direito constitucional à liberdade de crença e o livre exercício dos cultos religiosos, conforme o inciso VI do art. 5º da Constituição. Além de defender a valorização, a origem e a difusão da religião umbandista no país por tratar-se de uma religião genuinamente brasileira. 
15 de novembro - A data já consagrada à comemoração da umbanda em diversos municípios brasileiros, refere-se ao ano de 1908, em que o médium Zélio Fernandino de Moraes recebeu, em Niterói, a missão de fundar o novo culto. Zélio foi acometido por uma inexplicável paralisia que os médicos não conseguiam conter, logo em seguida levantou-se normalmente e voltou a caminhar como se nada tivesse acontecido. Na ocasião, um amigo da família sugeriu uma visita a Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, onde por meio de uma manifestação espírita de uma entidade denominada Caboclo das Sete Encruzilhadas foi anunciada a fundação de uma nova religião no Brasil. 

A religião dos ancestrais dos velhos africanos apregoa o trabalho em benefício de todos, independente de cor, raça, credo e condição social, pela prática da caridade e da literatura do evangelho de Jesus. A umbanda expressa vivamente seu caráter nacional, juntamente com suas raízes africanas, nas manifestações culturais, que incorporam a música e a dança. Valeu-se de elementos católicos, espíritas, do candomblé e de outras tradições místicas, para criar uma doutrina que, em seu universo, afirma a existência de um Deus supremo e a possibilidade de comunicação com os espíritos dos mortos.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal UNEGRO

domingo, 22 de janeiro de 2012

Moçambique e o mercado externo


O advogado Flávio Bernardes publicou ontem, dia 21 de janeiro, no Jornal HojeemDia, de Belo Horizonte, um excelente artigo sobre a atual situação econômica de Moçambique. Nele,Bernardes aponta que Moçambique ocupa a 33ª posição mundial em investimentos financeiros e a 4ª posição de país mais pacífico da África, inclusive à frente do Brasil (90º), Argentina (56º), Grécia (54º) e uma posição atrás da Inglaterra(49º). A economia de Moçambique cresceu 8% nos últimos dez anos, de acordo com a revista The Economist. Conforme o artigo de Flávio Bernardes, esses avanços refletem as mudanças operadas pela administração pública local, com a criação da Autoridade Tributária Moçambicana, para atrair investimentos estrangeiros. Esses investimentos refletem positivamente em setores como energia, mineração, entre outros.

Para ler o artigo completo, acessewww.hojeemdia.com.br
Artigo: Moçambique e o mercado externo 
Autor: Flávio Bernardes,advogado especialista em direito tributário e sócio do Bernardes &Advogados Associados.

Fonte texto: Portal UNEGRO