Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador interpol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador interpol. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de abril de 2016

Operadora móvel acusa Anatel de negociar decisões com cartel formado por Vivo, Oi, Claro e TIM

Talvez você se lembre da Aeiou, operadora de celular que atuou no DDD 11 por um breve período, e desapareceu em meados de 2010. Agora, segundo a Folha, a empresa por trás da operadora tem sérias acusações a fazer contra Anatel, Vivo, Oi, Claro e TIM.
A Unicel diz que as quatro maiores operadoras do país formaram um cartel para impedir a entrada de novos concorrentes. O grupo agiria em conluio com a Anatel, que negociaria pareceres, votos e até decisões finais com elas.

Este é mais um capítulo da relação conturbada entre Anatel e Unicel – rodeada até mesmo por acusações de que a própria agência beneficiou a Unicel no passado.

A denúncia foi apresentada este mês ao Ministério Público Federal pelo controlador da Unicel, José Roberto Melo da Silva (foto acima). Ele diz que, quando alguma operadora envia um assunto de interesse para a Anatel analisar, alguns superintendentes já acertariam seus pareceres técnicos de acordo com os interesses do suposto cartel. Depois, quando esses pareceres seguem para análise, o relator responsável sofreria pressão interna para aprová-lo. No entanto, se alguma proposta fosse de interesse contrário ao do cartel, haveria pressão para vetá-la – como as outorgas da Unicel, por exemplo.
Talvez você se lembre da Aeiou, operadora de celular que atuou no DDD 11 por um breve período, e desapareceu em meados de 2010. Agora, segundo a Folha, a empresa por trás da operadora tem sérias acusações a fazer contra Anatel, Vivo, Oi, Claro e TIM.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Google denuncia homem à polícia por posse de pornografia infantil

Google denuncia homem à polícia por posse de pornografia infantil
O Google deixa claro em seus termos de uso que escaneia o conteúdo enviado pelos usuários, embora nem todos os leiam antes de aceitar. Uma prova disso aconteceu nos Estados Unidos, quando a empresa alertou a polícia de que um usuário mantinha fotos de pornografia infantil em seu endereço do Gmail.