Sem diagnóstico, nem acompanhamento
A recifense Inabela Souza Tavares, 35 anos, e sua filha Graziella Vitória, 4 anos, que tem microcefalia causada pelo Zika, cumpriram quarentena por suspeita de contaminação pelo novo coronavírus neste mês. No dia 14 de março, Inabela sentiu falta de ar e dor no peito. Foi atendida no Hospital da Restauração, um dos principais da rede pública do Recife, mas liberada com um diagnóstico de virose comum. Dias depois, a falta de ar piorou e surgiram outros sintomas, como diarreia e vômitos.
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quinta-feira, 16 de abril de 2020
“Minha filha morreu à míngua” Parte 1
Vítimas da epidemia do Zika e parte do grupo de risco para o novo coronavírus, crianças com microcefalia estão desassistidas na pandemia
Melissa Gabrielly tinha apenas um ano e meio. Ela foi internada no último 4 de abril, no Hospital de Pediatria Helena Moura, da rede municipal do Recife (PE), com uma crise de asma. Os sintomas levantaram a suspeita de contaminação pelo novo coronavírus, embora a menina, que nasceu com microcefalia pela síndrome congênita do Zika vírus, já tivesse sido internada outras vezes com quadro asmático.
Melissa Gabrielly tinha apenas um ano e meio. Ela foi internada no último 4 de abril, no Hospital de Pediatria Helena Moura, da rede municipal do Recife (PE), com uma crise de asma. Os sintomas levantaram a suspeita de contaminação pelo novo coronavírus, embora a menina, que nasceu com microcefalia pela síndrome congênita do Zika vírus, já tivesse sido internada outras vezes com quadro asmático.
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