No filme de Ken Loach, Daniel Blake vai sendo sufocado e triturado pela máquina de uma cruel espiral burocrática, puro Kafka neoliberal. Trata-se de uma das melhores e mais emocionantes produções cinematográficas dos últimos cinco anos
Embora 2017 ainda dê os primeiros passos, Eu, Daniel Blake, o filme de Ken Loach realizado dois anos atrás e premiado pela segunda vez (fato raro) com a Palma de Ouro em Cannes, em 2016, se revela como uma das melhores e mais emocionantes produções cinematográficas do período.






