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quinta-feira, 28 de maio de 2015

O vexame final da marcha dos kataguiris em Brasília

Podiam ser os 300 de Esparta contra os milhares de persas desenhados pelo quadrinista Frank Miller, mas era apenas o grupo do Movimento Brasil Livre de Kim Kataguiri que chegou a Brasília na quarta-feira (27) para pedir o impeachment da Dilma.
O MBL esperava reunir 30 mil pessoas depois de uma pseudo marcha com um grupo inicial de 20 pessoas vindas de São Paulo. Não aconteceu nada e os planos dos caras foram por água abaixo. Vi imagens de Kim e sua trupe na capital. Primeiramente, apesar da cabeleira, o líder do MBL resolveu tirar uma selfie de terno e gravata com Eduardo Bolsonaro e o pastor Marco Feliciano. É esse cara que quer ser a nova oposição ao PT? Como ele arrumou aquele terno? Não contente em visitar um religioso homofóbico e um político pró Ditadura, o Movimento Brasil Livre adotou o gesto do dedo feito pelo Estado Islâmico e ainda posou para fotos com Jair Bolsonaro e Eduardo Cunha.
Podiam ser os 300 de Esparta contra os milhares de persas desenhados pelo quadrinista Frank Miller, mas era apenas o grupo do Movimento Brasil Livre de Kim Kataguiri que chegou a Brasília na quarta-feira (27) para pedir o impeachment da Dilma.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Vanessa elogia lei que obriga SUS a tratar câncer em 60 dias

“O país dá um importante passo para o diagnóstico e o tratamento de câncer”, disse a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), ao saudar a entrada em vigor, na quinta-feira (23), da lei que garante a pacientes com a doença o direito ao início do tratamento, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), até 60 dias a partir do diagnóstico.
Ao ressaltar que quanto mais cedo é iniciado o tratamento, maiores as chances de cura, a senadora considerou a implementação da lei um grande avanço para atendimento a pacientes com câncer. Conforme informou, apenas em 2013, o país deve registrar cerca de 520 mil novos casos da doença.

“Os dados são alarmantes. A previsão é que sejam registrados mais de 60 mil novos casos de câncer de próstata e mais de 50 mil novos casos de câncer de mama nas mulheres. Em 2010, 179 mil brasileiros morreram em decorrência dos vários tipos de câncer”, disse.

A senadora informou ainda que o Ministério da Saúde disponibilizará para as secretarias estaduais e municipais de saúde um software que permitirá consolidar informações sobre a incidência da doença em todo o país, formando um banco de dados que ajudará a aperfeiçoar a política pública no setor.

Mesmo reconhecendo a importância da lei, Vanessa Grazziotin alertou para o fato de que, em muitas localidades, os pacientes levam muito tempo para obter a confirmação do diagnóstico, com laudo patológico, requisito previsto na norma legal para contagem do prazo de 60 dias para início do tratamento. Por esse motivo, ela defendeu que o prazo deveria ser contado a partir da suspeita da doença.

A senadora também apontou limitações de serviços especializados em atendimento a pacientes com câncer. A região Norte, exemplificou, conta com apenas 12 dos 277 serviços habilitados em oncologia no país. E mesmo nas unidades existentes, há falta de recursos para manter equipamentos, profissionais e medicamentos. “Sem os recursos, vamos ter muita dificuldade, mesmo a lei estabelecendo o período para início do tratamento”, alertou.


Fonte texto: Portal PCdoB