Pesquisa mostra Luis Arce como favorito para as eleições
presidenciais em 3 de maio, com 31,6%. Vantagem sobre o segundo
colocado, Carlos Mesa, é de 14,5 pontos percentuais, mas não garante
vitória no primeiro turno.
O candidato do partido Movimento ao Socialismo (MAS), Luis Arce,
apadrinhado político do ex-presidente Evo Morales, lidera as pesquisas
de intenção de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais na
Bolívia, em 3 de maio.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Manifestantes de oposição sequestram prefeita pró-Morales durante protesto na Bolívia
Prefeita ficou pelo menos quatro horas nas mãos dos manifestantes e foi banhada de tinta vermelha; Evo Morales e Carlos Mesa condenaram a violência

Um grupo de oposicionistas, conhecido como “Resistência Juvenil Cochala”, sequestrou nesta quarta-feira (06/11) a prefeita de Vinto (a 18 km de Cochabamba), Patricia Arce, do partido do presidente Evo Morales, após invadir e incendiar o prédio da prefeitura.
sábado, 10 de maio de 2014
Em visita surpresa a Raúl Castro, Evo Morales fala sobre G77
O presidente cubano, Raúl Castro, recebeu seu homólogo boliviano Evo Morales, na ilha caribenha para conversar sobre as relações bilaterias e a preparação da próxima reunião do G77 (coalizão de nações em desenvolvimento, que visa promover os interesses econômicos coletivos de seus membros).
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Aliança do Pacífico é tentativa dos EUA de dividir América do Sul, afirma Evo Morales
Presidente boliviano lamentou que novo bloco proponha a privatização de serviços básicos, como água e luz
No Brasil para participar do Foro de São Paulo, o presidente da Bolívia, Evo Morales, criticou neste domingo (04/08) a criação da Aliança do Pacífico e classificou o novo bloco como uma “tentativa dos Estados Unidos de usarem um ou dois presidentes para dividir a América do Sul”.
“A Aliança do Pacífico quer estabelecer o livre comércio e privatizar serviços essenciais. Esses governos estão condenados a enfrentar os povos em seus países”, afirmou Morales em referência a Peru, Chile, México e Colômbia.
Posteriormente, em coletiva de imprensa, o presidente boliviano também argumentou que “os serviços básicos, como luz e água, não deveriam ser tratados como um negócio”.
Foro de São paulo/Divulgação

Evo Morales voltará para a Bolívia ainda neste domingo (04/08)
Evo Morales também deu detalhes de seu encontro de sábado (03/08) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, o boliviano sugeriu a criação de um “conselho permanente para defender e cuidar dos presidentes anti-imperialistas da América Latina”.
“Temos que nos organizar para defender os processos de libertação. Não podemos nos mobilizar apenas quando há problemas. Propus a Lula a criação de comissões técnicas e jurídicas para prevenir problemas que se apresentam a governos esquerdistas e garantir o processo de mudanças na América Latina”, argumentou. Morales veio à capital paulista pois a Bolívia é a próxima anfitriã do Foro de São Paulo, em 2014.Assim como Lula havia feito na sexta-feira, o boliviano opinou sobre como os partidos de esquerda devem fazer política. “Revolução não se faz com dinheiro, mas com a consciência do nosso povo. Política é a ciência de servir aos outros povos. Se nossos presidentes abusam do poder e da autoridade, se desmoralizam. Se os partidos só pensam nas próximas eleições, estão equivocados. Eles têm que pensar nas próximas gerações. Essa tem que ser nossa diferença em relação aos neoliberais.”
“A Aliança do Pacífico quer estabelecer o livre comércio e privatizar serviços essenciais. Esses governos estão condenados a enfrentar os povos em seus países”, afirmou Morales em referência a Peru, Chile, México e Colômbia.
Posteriormente, em coletiva de imprensa, o presidente boliviano também argumentou que “os serviços básicos, como luz e água, não deveriam ser tratados como um negócio”.
Foro de São paulo/Divulgação
Evo Morales voltará para a Bolívia ainda neste domingo (04/08)
Evo Morales também deu detalhes de seu encontro de sábado (03/08) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, o boliviano sugeriu a criação de um “conselho permanente para defender e cuidar dos presidentes anti-imperialistas da América Latina”.
“Temos que nos organizar para defender os processos de libertação. Não podemos nos mobilizar apenas quando há problemas. Propus a Lula a criação de comissões técnicas e jurídicas para prevenir problemas que se apresentam a governos esquerdistas e garantir o processo de mudanças na América Latina”, argumentou. Morales veio à capital paulista pois a Bolívia é a próxima anfitriã do Foro de São Paulo, em 2014.Assim como Lula havia feito na sexta-feira, o boliviano opinou sobre como os partidos de esquerda devem fazer política. “Revolução não se faz com dinheiro, mas com a consciência do nosso povo. Política é a ciência de servir aos outros povos. Se nossos presidentes abusam do poder e da autoridade, se desmoralizam. Se os partidos só pensam nas próximas eleições, estão equivocados. Eles têm que pensar nas próximas gerações. Essa tem que ser nossa diferença em relação aos neoliberais.”
Declaração final
Como parte do último dia do XIX Encontro do Foro de São Paulo, três partidos foram oficialmente integrados à organização de esquerda. São eles: Frente Guasú, do Paraguai, Partido do Povo do Peru e Marcha Patriótica da Colômbia.
Durante os sete dias de encontro na capital paulista, participaram do evento 1.333 pessoas, sendo 359 estrangeiros de 39 países. Na declaração final do encontro foram incluídos dezenas de temas, como o apoio ao diálogo de paz entre o governo colombiano e as FARC (Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia), uma denúncia contra a “sanguinária agressão das potências ocidentais e de seus aliados regionais à Síria” e a crítica à criação da Aliança do Pacífico, vista como uma “tentativa de sabotar a integração regional”.
Além disso, o Foro de São Paulo repudiou o “sequestro do avião” de Morales e a tentativa da “direita venezuelana e internacional de questionar e desestabilizar o mandato do presidente Nicolás Maduro”.
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